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Ministro Admar Gonzada defende imediata proibição de campanha de Lula

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Imagem: Fernando Donasci | Agência O Globo

Na madrugada desta sexta (31), no Tribunal Superior Eleitoral, durante a decisão que definiu que Lula não poderá concorrer à Presidência, o ministro Admar Gonzaga também pediu a execução imediata dos efeitos do indeferimento da candidatura de Lula, com a interdição de atos de campanha e a não inclusão de seu nome na urna.

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“No que diz respeito aos efeitos dessa decisão, entendo que eles devem ser plenos. Desde a publicação do acórdão, extraindo daí todas as consequências do indeferimento no tocante à interdição de atos de campanha à não inclusão do respectivo nome na urna”, afirmou.

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