ver tudo
Menu Cotidiano
CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo desmente Felipe Neto sobre prisão de Nando Moura

Além de desmentir as afirmações de Felipe Neto — que foram replicadas por vários blogs — o TJSP pede a remoção das fake news, cabendo multa de R$ 500,00 por dia.

PUBLICIDADE
Adicione o Conexão Política como sua fonte preferidaAdicione o Conexão como fonte preferida

O youtuber Nando Moura divulgou hoje (04) uma imagem de documento do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo em que desmente o youtuber Felipe Neto que, chegou a afirmar que o Ministério Público pediu a prisão de Nando Moura. Entenda o caso no link.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Em sua comunidade do YouTube Nando Moura disse: “FELIPE NETO e os BLOGS SUJOS que disseram que O MP PEDIU MINHA PRISÃO; Saiu a liminar do juiz pedindo a retirada de conteúdo MENTIROSO E DIFAMATÓRIO do ar. Segura aí Ixpertinho”.

Além de desmentir as afirmações de Felipe Neto — que foram replicadas por vários blogs — o TJSP pede a remoção das fake news, cabendo multa de R$ 500,00 por dia, caso não seja seguida às ordens do TJSP. O tero inicial das multas seria de até R$ 20.000,00. 

“Nada impede, de outro lado, a repostagem das notícias com as correções devidas, ou seja, sem a afirmação ou sugestão de que o Ministério Público teria pedido a prisão ou condenação do ora autor”, diz parte do documento do TJSP. Confira na íntegra:

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE
Receba notícias do Conexão Política no seu WhatsAppReceba notícias do Conexão no WhatsApp


O Conexão Política é um portal de notícias independente. Ajude-nos a continuarmos com um jornalismo livre, sem amarras e sem dinheiro público » APOIAR

Mais do Conexão

Veja mais

Mais lidas

  1. Cotidiano Morre a atriz Glória Menezes
  2. Cotidiano Usuários de operadora no Brasil notam mudança inesperada nos celulares e sinal informativo
  3. Cotidiano 8 das 10 cidades mais violentas do país estão em estados administrados pelo PT
  4. Cotidiano População em situação de rua vai de 198 mil para 392 mil em três anos e meio de governo Lula