ver tudo
Menu Cotidiano
CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Celso de Mello arquiva pedido de apreensão de celulares de Jair e Carlos Bolsonaro

PUBLICIDADE
Adicione o Conexão Política como sua fonte preferidaAdicione o Conexão como fonte preferida

O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator do inquérito que investiga as acusações de uma possível interferência de Jair Bolsonaro na Polícia Federal, arquivou nesta segunda-feira (1°) o pedido de partidos para que fossem apreendidos celulares do presidente Jair Bolsonaro e do filho, o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ).

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O procurador-geral da República, Augusto Aras, já havia se manifestado no STF contra a apreensão dos aparelhos.

Para Aras, o processo de investigação compete ao MPF, não cabendo a intervenção de terceiros no processo, como no caso de partidos ou parlamentares.

Na decisão, o decano do STF fez questão de reafirmar a posição da Corte “neste singular momento em que o Brasil enfrenta gravíssimos desafios”.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE
Receba notícias do Conexão Política no seu WhatsAppReceba notícias do Conexão no WhatsApp

“Torna-se essencial reafirmar, desde logo, neste singular momento em que o Brasil enfrenta gravíssimos desafios, que o Supremo Tribunal Federal, atento à sua alta responsabilidade institucional, não transigirá nem renunciará ao desempenho isento e impessoal da jurisdição, fazendo sempre prevalecer os valores fundantes da ordem democrática e prestando incondicional reverência ao primado da Constituição, ao império das leis e à superioridade político-jurídica das ideias que informam e que animam o espírito da República”, assegurou Celso de Mello.

Mais do Conexão

Veja mais

Mais lidas

  1. Cotidiano Morre a atriz Glória Menezes
  2. Cotidiano Usuários de operadora no Brasil notam mudança inesperada nos celulares e sinal informativo
  3. Cotidiano 8 das 10 cidades mais violentas do país estão em estados administrados pelo PT
  4. Cotidiano População em situação de rua vai de 198 mil para 392 mil em três anos e meio de governo Lula