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Nelson Piquet critica comunismo, Globo e Lula: ‘Farei de tudo para Bolsonaro continuar presidente’

Em entrevista, tricampeão mundial de F1 questionou o papel da imprensa no Brasil.

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O ex-piloto de Fórmula 1 Nelson Piquet foi o convidado do programa ‘O Brasil Precisa Saber’, apresentado pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP).

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Durante a conversa, exibida neste último final de semana no canal do parlamentar no YouTube, Piquet reforçou o apoio dele ao presidente Jair Bolsonaro.

Crítico ferrenho do comunismo, o ex-automobilista disse que não há como viver no Brasil se a esquerda retornar ao poder. Tricampeão mundial nos anos de 1981, 1983 e 1987, Piquet é considerado um dos melhores pilotos da história da Formula 1. Após anos de carreira, ele resolveu abandonar as competições, iniciando carreira no ramo empresarial.

Durante os anos 90, no Distrito Federal, fundou a empresa Autotrac, pioneira no país em monitoramento de caminhões de carga. Na sequência, criou outras redes de lojas, a exemplo da pneus Pirelli e de uma central de revenda de automóveis da BMW (Piquet BMW). Em 1995, arrendou o autódromo de Brasília, que leva seu nome, e criou uma categoria de carros esporte-protótipo.

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Ao falar sobre o trágico cenário econômico do Brasil — impulsionado ainda mais pelas medidas restritivas de Estados e Municípios sob a justificativa de conter o avanço da pandemia — Piquet assegura que Bolsonaro foi agente primordial na proteção do emprego e da renda ao adotar planejamentos condizentes com a real situação do país.

“A salvação nossa, dos empresários, foi o presidente ganhar a eleição, e vou fazer tudo para isso continuar, porque, se um partido de esquerda entrar de novo, vendo tudo e vou embora, porque sei que isso vai levar ao maior comunismo”, apontou.

A Rede Globo, que durante décadas foi principal detentora dos direitos de transmissão da F1, não ficou de fora das críticas do ex-piloto. Na visão dele, o fim da emissora está próximo.

“Hoje em dia, ninguém mais quer fazer publicidade na Globo […] Eles deram um tiro no pé, e o fim está bem próximo”, justificou.

Piquet repudiou ainda a possibilidade de o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ser colocado numa projeção política, destacando a defesa do petista a bandeiras de esquerda, incluindo o fato de ele ter sido condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no âmbito da Lava Jato.

“Você vê honestidade, você vê tudo dando certo. Será que eles não enxergam isso? Estão falando em volta de Lula […] Ele não consegue nem sair na rua que nego vai dar tomatada nele […] Acabou com o Brasil. Vai fazer aeroporto na África, porto em Cuba, em vez de fazer os hospitais aqui […] Nunca levou água pro nordeste”, completou.

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