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Coluna

Brasil: vilão ambiental? A narrativa ‘sustentável’ contra o nosso território

Conteúdo de análise e opinião.

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O Brasil voltou a ser vítima de uma forte campanha difamatória nos tabloides nacionais e internacionais. Uma máquina de falácias trabalha em pleno vapor contra o nosso país.

Circulam nas redes sociais vídeos absurdos, em inglês, que mostram o Brasil e o governo brasileiro como um vilão ambiental. Desta vez, no entanto, a narrativa vai além, pois inclui racismo, supremacia branca e atrela o presidente Jair Bolsonaro a grupos de milicianos e paramilitares que estariam envolvidos, inclusive, com madeireiras e garimpos ilegais. Claramente, um vídeo feito por ativistas com financiamento de interesses escusos.

Dados

O Brasil não é um vilão ambiental. 61% do território brasileiro é composto por mata nativa. Isso representa 28,3% das florestas mundiais. Se o desmatamento mundial seguir no atual ritmo, nosso país será, em breve, dono de quase metade das florestas primárias do planeta. Vale lembrar que a Amazônia possui 85% de sua área preservada.

A verdadeira vilania ambiental vem da Ásia, que é a maior responsável pela poluição de mares, rios, e também do ar.

A República Popular da China é o maior emissor anual de gases de efeito estufa e mercúrio do planeta. Estima-se que 1,24 milhão de pessoas morreram por exposição à poluição do ar na China em 2017.

O mundo atual tem um índice de 24% de energia renovável. O Brasil, apontado como o grande ‘vilão’, tem índice em 82%. O Brasil responde por menos de 3% das emissões (Co2) do planeta, enquanto a ‘ecológica’ Europa, responde por cerca de 50%. EUA, Europa, China e Índia, somados, respondem por quase 75% das emissões.

Maledicência

Parece ser hobby de alguns brasileiros apátridas maldizer o Brasil mundo afora. Esses mal-intencionados prestam enorme desserviço ao próprio país, ajudando os interesses de lobistas globalistas que estão por trás das campanhas de difamação. O globalismo — ideologia que visa estabelecer um governo único mundial — necessita de constantes crises globais.

Parte da turma dos desesperados brasileiros se comportam assim por terem perdido verbas que bancavam estudos intermináveis, seminários inúteis e suas viagens para o exterior. Essas verbas agora estão sendo destinadas à planos de agenda ambiental urbana, como saneamento e lixão zero, lançados pela gestão do ministro Ricardo Salles.

Para compreendermos a verdade sobre essas sucessivas campanhas difamatórias, basta tirarmos o véu da bondade ambientalista. Assim descobriremos quem está por trás e quais são os interesses.

No comando

Há diversas acusações sobre quem comanda Hollywood, a classe artística do Brasil e as big techs. Muitos apontam que um mesmo grupo de pessoas controlam tudo isso. Esses fariam parte de conglomerados como o Clube de Bilderberg e o Clube de Roma, que existem desde meados do século passado. Satya Nadella, CEO da Microsoft, Eric Schmidt, ex-presidente da Google, o bilionário Peter Thiel, fundador do PayPal, e o ex-secretário de Estado Henry Kissinger, são alguns dos participantes, que incluem também as famílias Rockefeller, Rothshild, Morgam, Gates, entre outras.

Recentemente, inclusive, a revista Época, do grupo Globo, chegou a fazer uma matéria sobre o assunto.

A palavra ‘sustentabilidade’, por exemplo, surgiu num encontro global, que tem o ativismo ambiental como uma de suas pautas — desencadeando uma série de pautas sobre ‘desenvolvimento zero’ — que prevê que quem se acha subdesenvolvido continue subdesenvolvido, e quem se encontra desenvolvido fique como está. A ideia seria congelar a humanidade do jeito que se apresenta.

Existem denúncias que apontam que esses oligarcas exploram o nosso nióbio, o nosso ouro e os diamantes que aqui estão. É o interesse desta exploração que está por trás da defesa de criação de reservas indígenas, travestido de preocupação e bondade.

Em parte, é dessa agenda que advém toda a patrulha contra os projetos do atual ministro do Meio Ambiente, pois visa o desenvolvimento econômico da região amazônica como meio para proteger o bioma.

Para tentar manter sua agenda nefasta intacta, há diversos movimentos de artistas hollywoodianos e globais que patrulham e atrapalham a todo custo, com disseminação de fake news, os planos de desenvolvimento do Brasil.

Há um amplo interesse na riqueza do nosso país por parte de corporações estrangeiras.

Gestora, jornalista e assessora.