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Coluna

A Folha não gostou do novo ministro da Educação… que alívio!

O fato de o novo ministro não se dar muito bem com colegas da universidade faze-o cair em minha graça.

O fato de o novo ministro não se dar muito bem com colegas da universidade faze-o cair em minha graça.

A Folha de S. Paulo, jornalzinho decadente que publica artigos de ex-presidente e atual presidiário, lançou a seguinte matéria, escrita em duas mãos, o que já é ridículo o suficiente e vergonhoso: Na academia, novo ministro do MEC soma baixa produção e desavenças.

Parece que a Folha — empresa que errou feio em análises das pesquisas nas últimas eleições — não se agradou muito com a escolha do novo ministro da Educação, Abraham Weintraub. Mas que alívio!!! Segundo os jornalistas, o ministro “coleciona desavenças com alunos e colegas em seus cinco anos como professor pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e tem no currículo acadêmico apenas quatro artigos em periódicos científicos —todos em revistas de baixo prestígio”.

O fato de o novo ministro não se dar muito bem com colegas da universidade — que está tomada por abutres — e não publicar muito nas revistinhas acadêmicas — que dificilmente publicam estudos sérios e úteis — já é um ótimo passo, e faze-o cair em minha graça de primeira. 

Somente alguém da mesma laia dos acadêmicos brasileiros ou alguém de elevada pachorra para suportar o ambiente sem nenhuma queixa e, publicar facilmente em suas revistinhas que mais parecem panfletos ideológicos que, para nada servem, a não ser adornar currículo de gente que faz vergonha a “estudantes eremitas” e autodidatas.

A matéria destaca: “[…] Weintraub atuou por mais de 20 anos no mercado financeiro. Foi sócio na Quest Investimentos, diretor do Banco Votorantim e CEO da Votorantim Corretora”. Mas parece que isso não basta para os jornalistas, pois gostam de gente que possuem o currículo Lattes graúdo, mas que nada produzem, que apenas vivem de bolsas de mestrado, doutorado ou de pós-doutorado fora do Brasil, financiado com dinheiro público e, sem dar nunca na vida nenhum retorno útil ao país que o financia, enquanto geme, enquanto sangra.

* Texto escrito pelo colunista Anderson Sandes.

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