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COLUNA: Joe Biden e os democratas sempre podem piorar as coisas

President Joe Biden walks with a cup of coffee Tuesday, March 2, 2021, along the Colonnade of the White House to the Oval Office. (Official White House Photo by Adam Schultz)

Os últimos acontecimentos nos Estados Unidos não deixam a menor margem de dúvida sobre o desastre que é e será a administração do presidente Joe Biden. A estupidez voltou com força total à Casa Branca, em uma capacidade destrutiva que surpreende até mesmo os inimigos mortais da América.

Com o apoio praticamente declarado de toda a grande mídia e da maior parte da classe política, Biden governa sem maiores problemas. O fato de o presidente da maior potência mundial não saber sequer o nome do secretário de Defesa deveria gerar debates intensos a respeito de sua capacidade de liderá-la. Mas ninguém ousa tocar no assunto publicamente para não parecer insensível. Assim como os republicanos não quiseram ir adiante quando todas as evidências mostravam que Barack Obama teria sido eleito com documentos falsos, a maior parte do povo americano resolve ignorar a realidade mais uma vez e fingir que nada acontece.

Só que para além da incapacidade cognitiva visível, Biden está levando os EUA para o abismo também pela sua agenda política compromissada com aqueles que odeiam o próprio país. Tanto ele quanto o Partido Democrata são marionetes da elite globalista e foram alçados ao poder precisamente para destruir a América. A maioria do povo americano sabe disso, mas os ‘’especialistas’’ em política americana – tipos como os senhores Guga Chacra e Marcelo Lins – desconhecem o fato e acham isso a prova inequívoca da não existência do fenômeno. E ainda tem quem tome a palavra dos supracitados como verdade inquestionável.

Pois bem, Biden foi eleito prometendo enfrentar a pandemia de forma mais incisiva em relação ao ex-presidente Trump. Anunciou um pacote de gastos – do qual tratarei mais adiante – para aliviar os efeitos econômicos da situação de US$ 1,9 trilhão, além de repetir a mesma verborragia megalomaníaca de Anthony Fauci, o Mandetta americano.

Tudo isso é lorota. Biden e sua política de fronteiras abertas está permitindo a entrada de milhares de imigrantes ilegais nos EUA mesmo com testes positivos para a COVID-19. As autoridades responsáveis pela patrulha na fronteira com o México não possuem permissão legal para barrá-los ou colocá-los em quarentena, sendo recomendado o encaminhamento para hospitais ou unidades de saúde. Mas como a patrulha não consegue testar todos os imigrantes que adentrem nos EUA pela demanda enorme, a consequência lógica é que muitos infectados entrem no país e circulem livremente sem o menor incômodo. Além disso, Biden obrigou o governo do Texas a custear os testes, justo no momento em que o estado acabou com as restrições para frear o avanço do coronavírus. A canalhice do presidente não conhece limites.

O pacote de estímulo apresentado ao Congresso é vendido pelo governo como a salvação da economia americana. Que já é discutível a fórmula de gastar dinheiro público para sair de uma recessão – tal medida acarretará em aumento de impostos e em um consequente baixo crescimento –, disso nenhuma pessoa com mais de dois neurônios tem dúvida. Mas poderíamos dar um desconto ao presidente Biden se o montante fosse colocado nas empresas e no bolso dos que mais precisam. Não é o caso. Pelo menos US$ 121 bilhões do montante total serão destinados para áreas sem relação alguma com a presente crise. Os democratas tentaram algo parecido com um projeto semelhante do governo Trump, quando Nancy Pelosi, presidente da Câmara, tentou alocar recursos para iniciativas como ‘’alfabetização financeira para a comunidade LGBTQ+’’ e o Green New Deal – uma loucura que iria destruir a economia americana motivada pela causa ambientalista.

Não satisfeito em colocar a saúde do povo americano em risco e torrar o dinheiro do contribuinte com futilidades destrutivas, Biden e os democratas resolveram promover uma guerra ao ‘’terrorismo doméstico’’. Em bom português: uso do Estado para perseguir americanos comuns que são apoiadores de Donald Trump e compartilham dos valores dos Founding Fathers. A tarefa não terá muitas dificuldades, já que os democratas aparelharam os órgãos de inteligência e as partes locais do Judiciário americano como ninguém. Lloyd Austin, o secretário de Defesa que Biden esqueceu o nome, ordenou uma retirada de serviço das Forças Armadas por dois meses para a erradicação da ‘’supremacia branca’’ e do ‘’extremismo’ nas tropas. Como definir o que cada coisa é? A subjetividade será aproveitada convenientemente pelo governo, e ‘’supremacia branca’’ e ‘’extremismo’’ pode significar na prática andar com a bandeira americana ou mesmo usar o boné #MAGA.

Todas essas peripécias do governo americano estão sendo jogadas para debaixo do tapete pela grande mídia. Os imbecis da CNN, do New York Times e do Washington Post fazem assessoria do Partido Democrata ao invés de jornalismo, e como os correspondentes e ‘’especialistas’’ brasileiros em política americana só leem o que sai nesses veículos, nada desfavorável a Joe Biden é noticiado no Brasil. O resultado é uma imagem de Biden totalmente desconectada da realidade, como se ele fosse o tiozão simpático que distribui presentes aos sobrinhos sempre que pode.

Graças ao jornalismo independente e a veículos como o Conexão Política, a verdade como ela é chega ao conhecimento do público. O colunista que escreve essas linhas irá tratar da política americana tal como ela é pela realidade dos fatos. Muita coisa acontecerá daqui para frente, mas uma coisa é certa: Joe Biden e os democratas sempre podem piorar tudo.

Comentários

Jornalista. Escreve sobre politica brasileira e americana com análises não vistas na grande mídia.

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