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Velha mídia permanece em silêncio após autoritarismo contra veículos conservadores

Senadores da CPI querem quebrar sigilo do Conexão Política e outras empresas de comunicação.

Imagens: Edilson Rodrigues/Agência Senado

O silêncio ensurdecedor da mídia brasileira sobre o pedido de quebra de sigilo contra veículos de comunicação do espectro conservador nos faz imaginar que o Brasil vive atualmente sob profunda ditadura.

Isso porque o chamado “jornalismo profissional”, que deveria repudiar ações que atentam contra a liberdade da imprensa, decidiu permanecer inerte, como se as redações de jornais e as emissoras de rádio e TV tivessem sido invadidas pela força do Estado.

Mas não foi isso que aconteceu.

Após a investida dos senadores Renan Calheiros (MDB-AL) e Humberto Costa (PT-PE) em desfavor de órgãos de mídia alternativos, a exemplo da rádio Jovem Pan, a produtora Brasil Paralelo e o portal Conexão Política, foram raríssimos os registros de manifestações daqueles que, amanhã ou depois, podem ser vítimas do mesmo arbítrio.

A “imprensa profissional” decidiu se calar, como se todos esses “profissionais” misteriosamente estivessem em período de recesso coletivo por tempo indeterminado, inserindo o mainstream numa estrada rumo ao abismo.

A mídia tradicional escolheu um caminho contra o qual deverá lutar no futuro. Em tempos de censura seletiva, não repudiar atitudes autoritárias apenas evidencia o cinismo daqueles que um dia afirmaram defender a liberdade.

Leia a nota oficial:  Calheiros e senador do PT querem quebrar sigilo do Conexão Política

Comentários

FALE COMIGO: marcos@conexaopolitica.com.br — editor-chefe do Conexão Política e natural de Campo Grande (MS).

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