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ANÁLISE | “Me chama de corrupto, p****”

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18 meses de Governo Federal sem denúncias de corrupção.

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Foi isso que o presidente Jair Bolsonaro frisou no início deste mês, de agosto, por meio das redes sociais.

Bolsonaro comemorou o fato do governo dele executar “o maior programa de combate à corrupção” e principalmente por “não lotear cargos estratégicos, como por exemplo as presidências das estatais.”

E destacou com bastante propriedade: “Com orgulho digo: estamos há 18 meses sem qualquer denúncia de corrupção.”

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É verdade

Certo dia, em uma declaração, Jair Bolsonaro disse:

“Podem me rotular de tudo. Homofóbico, racista, frentista, ciclista, só não conseguem me chamar de corrupto”, afirmou.

De fato. Como bem pontua Filipe Altamir, colunista do Conexão Política, o jogo da esquerda é sempre tomar domínio da semântica. Ora, se não é possível apresentar os fatos, a esquerda utiliza do poder das palavras para avançar contra os seus adversários.

É a velha tática, mas que nunca cai no esquecimento. Sempre e sempre adotada por eles na disputa do jogo político.

E, com Jair, é claro que não seria diferente.

Já que não podem chamá-lo de corrupto, tentam criminalizá-lo por palavras isoladas, por memes e zoeiras. Isso deve deixar os adversários cuspindo formigas.

Aos que tentam sustentar o contrário, a palavra segue com o presidente da República:

“Me chama de corrupto, p****”.

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