ver tudo
Menu Economia
CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Com dívidas de R$11 bilhões, Light pede recuperação judicial

Concessionária de energia elétrica do Rio de Janeiro apresentou pedido ao TJRJ.

PUBLICIDADE
Adicione o Conexão Política como sua fonte preferidaAdicione o Conexão como fonte preferida

O grupo Light ingressou com um pedido de recuperação judicial no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ). Dados divulgados pela companhia apontam para uma dívida que chega a R$ 11 bilhões.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

A concessionária de energia elétrica do Rio de Janeiro enfrenta o seu maior cenário de dificuldades financeiras. Até a última atualização desta matéria, as ações da Light na Bolsa de Valores já tinham caído 19,78% somente nesta sexta-feira (12).

Em nota, a empresa declarou que seu time estuda estratégias para equilibrar a situação econômica, e que o pedido de recuperação judicial foi encarado como medida urgente para assegurar a proteção e a manutenção de suas operações.

De acordo com o site da Light, a companhia atende a 31 municípios fluminenses, o que representa cerca de 11,6 milhões de consumidores.

Receba notícias do Conexão Política no seu WhatsAppReceba notícias do Conexão no WhatsApp

Como justificativa para suas perdas financeiras, a Light atribui ao número de roubos de energia, que segundo um estudo feito pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) em 2022, 54% da energia distribuída era furtada.

A ação de recuperação da Light foi protocolada em nome de sua holding para não descumprir o art. 18 da Lei nº 12.767, de 2012, que proíbe concessionárias de serviços públicos de utilizarem esse dispositivo jurídico.

Mais do Conexão

Veja mais

Mais lidas

  1. Economia Às vésperas da eleição, governo prepara mais 30 dias de subsídio ao diesel
  2. Economia Mora em condomínio? Nova lei pode mudar a rotina de moradores a partir de 2027
  3. Economia Gigante varejista confirma fechamento de 28 lojas e redução de quadro em 6,7 mil funcionários
  4. Economia Ministro da Fazenda diz que déficit dos Correios não deve ser confundido com prejuízo da estatal