ver tudo
Menu Economia
CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Globo vende sede em São Paulo e passará a ocupar imóvel alugado

Edifício J. R. Marinho foi comprado por R$ 522 milhões.

PUBLICIDADE
Adicione o Conexão Política como sua fonte preferidaAdicione o Conexão como fonte preferida

A TV Globo fechou a venda de sua sede em São Paulo para uma empresa especializada em investimentos e exploração de imóveis.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

De acordo com informações do site TV POP, especializado em notícias do entretenimento, o edifício foi comercializado para a Vinci Partners por R$ 522 milhões, que concedeu espaço ao veículo de comunicação por mais 15 anos.

Apesar disso, a emissora não poderá sublocar o ambiente para terceiros.

O terreno vendido possui de 43 mil metros quadrados. Além do Edifício Jornalista Roberto Marinho, há outros três módulos de produção, com uma área de apoio, incluindo dois helipontos e cerca de 1500 vagas de estacionamento.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE
Receba notícias do Conexão Política no seu WhatsAppReceba notícias do Conexão no WhatsApp

O espaço, tido como tradição do eixo global, passou a receber os cenários fixos dos três telejornais locais exibidos diariamente pelo canal — Bom Dia São Paulo, SP1 e SP2 — sendo utilizado também para links ao vivo na GloboNews.

Em nota, o grupo Globo informou que “a empresa vem buscando ampliar a sua eficiência através da captação de novas fontes de receita, da racionalização na gestão de custos e da ampliação da sinergia entre suas operações, gerando valor em tudo o que faz”.

Com isso, os executivos do veículo de comunicação visam reduzir gastos para economizar até 35% no setor de entretenimento.

Mais do Conexão

Veja mais

Mais lidas

  1. Economia Às vésperas da eleição, governo prepara mais 30 dias de subsídio ao diesel
  2. Economia Mora em condomínio? Nova lei pode mudar a rotina de moradores a partir de 2027
  3. Economia Gigante varejista confirma fechamento de 28 lojas e redução de quadro em 6,7 mil funcionários
  4. Economia Ministro da Fazenda diz que déficit dos Correios não deve ser confundido com prejuízo da estatal