Siga-nos nas redes sociais

Digite o que você procura:

Governo

Bolsonaro rebate críticas de Barroso ao voto impresso auditável

‘Ele quer a volta daquele presidiário para comandar o Brasil?’, questionou o mandatário.

Anderson Riede | PR

Durante a tradicional live de quinta-feira (17), o presidente Jair Bolsonaro voltou a defender a adoção voto impresso auditável.

Para ele, o intenso debate em torno do tema não é apenas um desejo específico ou limitado a um determinado grupo político. Bolsonaro diz que a possibilidade de maior transparência é direito garantido por lei.

“Em caso contrário, teremos dúvidas nas eleições e podemos ter um problema seríssimo no país. Pode um lado ou outro não aceitar, criando convulsão no Brasil. Ou a preocupação dele é outra: voltar aquele presidiário para comandar o Brasil?”, declarou, ao mencionar que Aécio Neves, do PSDB, certamente venceu a disputa eleitoral de 2014, em alusão a eventuais irregularidades relatadas à época.

A fala do chefe do Executivo é uma resposta ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, que recentemente concedeu uma entrevista à CNN Brasil. Na ocasião, Barroso insistiu em dizer que a impressão do comprovante do voto é um ‘retrocesso’ e que, neste caso, a implementação vai ‘dificultar’ a vida dos brasileiros.

Apesar da insistência de o tema ser evidenciado em torno do presidente da República, o pensamento do mandatário não ecoa sozinho. Conforme registrou o Conexão Política, o engenheiro especialista em segurança de dados e voto eletrônico, Amílcar Brunazo, participou da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara e afirmou que a confiabilidade das urnas eleitorais é questionável.

Segundo ele, o dispositivo pode ser objeto de fraude.

“Veja bem, eu não estou dizendo aqui em nenhum momento que [houve] fraudes. O que eu vou afirmar e tentar demonstrar rapidamente aqui, não há muito tempo, é que o sistema não tem transparência suficiente para permitir a detecção de fraudes”, disse, à Comissão.

“[Dizem] que o boletim de urna serve para fazer auditoria da urna – não serve. O boletim de urna serve para fazer auditoria da totalização. Auditoria da urna tem que ser feita com os dados de entrada, que seriam os votos dados pelos eleitores e que a urna não gera. Então o boletim de urna não serve para fazer auditoria, ao contrário do que o TSE afirma, afirma, afirma e reafirma”, acrescentou.

Comentários

FALE COMIGO: raul@conexaopolitica.com.br — diretor de redação do Conexão Política e natural de Recife (PE).

Política

Levantamento foi realizado pelo Paraná Pesquisas.

Política

Os dois principais nomes aparecem isoladamente na liderança da corrida ao Planalto.

Política

Comunicadora diz cortes do governo federal em verbas de publicidade incomodam os meios de comunicação.

Política

Operação 'Acesso Pago' investiga a prática de tráfico de influência e corrupção no MEC.

----- CLEVER ADS -----