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Exército dos EUA começa a dispensar soldados que recusam vacina contra a covid-19

Soldados não imunizados “apresentam risco para a força”, aponta o comunicado.

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O Exército dos Estados Unidos notificou, em nota oficial, que militares norte-americanos que se recusarem a receber vacina contra covid-19 serão dispensados da corporação.

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A informação foi confirmada nesta quarta-feira (2).

De acordo com o comunicado, o desligamento será feito de modo imediato, e visa manter a prontidão para o combate.

“A prontidão do Exército depende de soldados preparados para treinar, mobilizar-se, lutar e vencer as guerras de nossa nação. Soldados não vacinados representam risco para a Força e comprometem a prontidão”, justificou a secretária do Exército Christine Wormuth.

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A mensagem ressalta, inclusive, que a ação se aplica não só para os soldados regulares, mas reservistas em serviço ativo e cadetes. Todos terão que seguir a normativa.

Além do Exército americano, a Força Aérea, outro braço das Forças Armadas, já deu início ao afastamento definitivo dos soldados que decidiram não se vacinar, tendo em vista que a aplicação emergencial das doses contra covid-19 estão em vigor desde dezembro de 2020.

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