Uma grande marcha de protesto ocorreu no último domingo (7) na cidade holandesa de Haia. A manifestação contra a introdução do chamado passaporte sanitário e as restrições para os não vacinados contra a Covid-19 iniciou-se no campo de Maliveld e percorreu algumas das ruas da cidade onde está localizada a sede do governo da Holanda.
Durante o ato, a atmosfera era amigável e pacífica. Muitos carregavam cartazes, faixas ou bandeiras com dizeres contra a política governamental de saúde restritiva e, segundo os manifestantes, também discriminatória. Os populares bradaram contra o primeiro-ministro Mark Rutte. “Estamos cansados de mentiras”, “Não se deixe enganar pelo schwabsurdismo” eram algumas das faixas carregadas na manifestação. Também foram entoados slogans como “Amor, liberdade, sem ditadura”.
A manifestação foi organizada pelo ‘Samen voor Nederland’ [Juntos pela Holanda, em tradução livre], uma parceria de dezenas de organizações dos direitos humanos fundamentais, como a liberdade. Um dos iniciadores é Michel Reijinga, que já organizou protestos anteriores contra as medidas restritivas consideradas autoritárias durante a pandemia.
Receba notícias do Conexão Política no seu WhatsAppReceba notícias do Conexão no WhatsAppFiguras políticas como Thierry Baudet, além de outros membros do partido de direita Forum pela Democracia (FvD), também marcaram presença no grande evento.
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