ver tudo
Menu Internacional
CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Flórida aprova ensino obrigatório de crimes do comunismo

Professores devem abordar 'pobreza, fome, migração e violência' ocorridos em regimes comunistas.

PUBLICIDADE
Adicione o Conexão Política como sua fonte preferidaAdicione o Conexão como fonte preferida

O governador da Flórida, Ron DeSantis, do Partido Republicano, assinou na segunda-feira (9) uma legislação a fim de que os estudantes do ensino secundário recebam orientação sobre “os perigos e as maldades do comunismo”.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Ato foi marcado por simbolismo. A lei foi assinada na Freedom Tower, um edifício emblemático de Miami onde foram recebidos os primeiros exilados de Cuba no início dos anos 1960. No evento, estavam presentes diversos líderes da comunidade cubana.

De acordo com o texto, as mais de 100 milhões de pessoas em todo o mundo que são vítimas do comunismo serão lembradas em 7 de novembro.

Cuba, Nicarágua, Venezuela, Ucrânia e China foram os países mais mencionados no discurso de DeSantis, que busca ser reeleito para um segundo mandato nas eleições de novembro.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE
Receba notícias do Conexão Política no seu WhatsAppReceba notícias do Conexão no WhatsApp

O novo assunto deverá ser incluído no ano letivo de 2023-2024. Os alunos deverão aprender sobre os ensinamentos de Joseph Stalin, Mao Tsé-Tung e Fidel Castro.

Os professores deverão ensinar como o sofrimento de regimes comunistas é causado “através da supressão da liberdade de expressão, da pobreza, da fome, da emigração e da violência sistemática”.

Mais do Conexão

Veja mais

Mais lidas

  1. Internacional Novos iPhones: saiba quanto custarão modelos da Apple nos EUA, Brasil e Paraguai; veja comparativo de preços
  2. Internacional Nicolás Maduro publica fotos na prisão, aparece sorrindo e faz uso de verso bíblico: ‘Deus proverá’
  3. Internacional EUA notificam Cenipa sobre incidente entre helicóptero de Trump e avião da Embraer; Brasil terá que se explicar
  4. Internacional Número de mortos em enchentes no Nepal e no Tibete sobe para mais de 580, e quase 2 mil seguem desaparecidos