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ONU inclui Israel em ‘lista negra’ por suposta violência contra crianças

Em 2023, grupos terroristas apareceram na mesma lista, que já teve Talibã e Estado Islâmico.

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O embaixador de Israel na ONU, Gilad Erdan, anunciou nesta sexta-feira (7) que seu país foi incluído na “lista negra” da entidade, ao lado do Hamas e da Jihad Islâmica, devido a acusações de violência contra crianças na Faixa de Gaza.

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Erdan refutou as acusações, classificando-as como mentiras. Em um vídeo postado no X, ele criticou a decisão do secretário-geral da ONU, António Guterres, argumentando que a medida “dá esperanças ao Hamas e estende a guerra”.

A decisão da ONU veio após as Forças de Defesa de Israel (FDI) terem bombardeado, na quarta-feira (5), uma região próxima a uma escola da UNRWA (Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina no Oriente Próximo) em Gaza.

Segundo a imprensa internacional, funcionários do hospital local relataram que 30 pessoas morreram no ataque, incluindo 5 crianças. Entretanto, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, rejeita essas alegações.

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“Hoje a ONU adicionou-se à ‘lista negra’ da história quando se juntou àqueles que apoiam os assassinos do Hamas. As FDI são o exército mais moral do mundo”, disse Bibi em pronunciamento.

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