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Inflação na Argentina atinge 64%; é a maior taxa em 30 anos

Em junho, o banco central do país elevou a taxa básica pela 6ª vez neste ano, para 52%.

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A segunda maior economia da América do Sul continua amargando maus resultados sob o governo de Alberto Fernández e Cristina Kirchner.

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No mês de junho, os preços ao consumidor na Argentina subiram no ritmo mais rápido em mais de 30 anos. A taxa atingiu 64% no acumulado de 12 meses.

No mês passado, o índice inflacionário acelerou 5,3%. Em maio, a alta foi de 5,1%, conforme informações do Instituto Nacional de Estatística e Censo (Indec).

A divulgação vem em um momento em que o dólar apresenta alta em relação ao peso e em meio à crise do governo peronista depois que o ministro da Economia, Martín Guzmán, pediu para sair do cargo.

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O banco central argentino já elevou a taxa básica de juros ao menos seis vezes em 2022, atingindo 52%, em uma estratégia para tentar conter a alta dos preços de alimentos e combustíveis.

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