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Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido administrará bloqueadores hormonais à criança “trans” de 12 anos

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O Serviço Nacional de Saúde (NHS) do Reino Unido administrará bloqueadores hormonais a uma criança de 12 anos de idade que acredita que nasceu no “corpo errado”, informou o jornal Metro.

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Nascido menino, Ashley ‘Ash’ Lammin, cujo nome foi legalmente alterado por uma escritura, afirma ser uma “garota” nascida no “corpo errado” desde os três anos de idade. Sua mãe Terri parece nunca ter desencorajado essa ideia.

“Eu nunca pensei que fosse uma fase, Ash era apenas Ash. Quando ela tinha três anos, ela me disse: ‘Eu sou um garoto porque você me deu o nome de um garoto – a culpa é sua’. Lembro-me de me sentir horrível, porque ela me culpou”, disse a mãe ao jornal Metro.

“Eu nunca me deparei com isso antes e apenas aceitei. Eu apenas pensei na época: ‘se ele está feliz, bem, isso é o principal’”, completou a mãe de Ash.

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Terri Lammin, que educa seu filho em casa por ele ter sofrido bullying na escola, também disse ao jornal que gostaria de ver o assunto de pessoas trans incluído em algumas lições, já que há “famílias” do mesmo sexo.

O matéria do Metro não faz referência ao pai de Ashley.

Segundo o jornal Metro, o pré-adolescente disse que também quer um “transplante de útero” para que possa ser mãe quando for mais velho.

“A jornada é longa e ainda está em andamento, mas sinto que a sensação de vitória está presente em tudo…Nem todo mundo vai entender e as pessoas têm que ter suas próprias opiniões e eu entendo isso. Algumas pessoas podem não gostar da ideia trans. Espero inspirar os outros…”, disse o menino de 12 anos ao jornal.

O menino Ash. Foto: Terri Lammin /SWNS.

De acordo com o jornal, o menino de 12 anos tomará os bloqueadores de hormônios até os 18 anos e, em seguida, decidirá se deve prosseguir com a chamada cirurgia de redesignação de sexo – acrescentando de maneira otimista que “se Ash decidir não seguir em frente, ele sairá do bloqueador e sua puberdade entrará em ação alguns anos depois”.

No entanto, o jornal subestima o provável impacto do tratamento hormonal no corpo masculino de adolescentes de 12 a 18 anos, o que provavelmente terá um impacto drástico e possivelmente irreversível no desenvolvimento da genitália masculina, altura, estrutura facial e até fertilidade.

Danos a longo prazo
O médico Dr. David Bell – que redigiu um relatório alertando que as crianças correm o risco de “danos a longo prazo” como resultado da incapacidade da clínica do NHS de resistir à pressão de grupos ativistas transexuais como a Mermaids – acredita que algumas crianças foram diagnosticadas erroneamente como “transexuais”, simplesmente porque experimentaram atrações sexuais entre pessoas do mesmo sexo.

Estes diagnósticos errôneos têm levando crianças a passarem por intervenções médicas que mudam suas vidas definitivamente, mesmo sem evidências suficientes de seus efeitos a longo prazo, alertaram estes especialistas.

No ano passado, mais de 2.500 jovens foram encaminhados à clínica GIDS (Serviço de Desenvolvimento de Identidade Sexual), no Centro Tavistock.

Ética e segurança médica
Todos esses médicos foram responsáveis por determinar quais crianças deveriam ou não ter bloqueadores de hormônio retardadores da puberdade.

Na maioria dos casos, as crianças que recebem bloqueadores da puberdade, começam a tomar esses hormônios quando têm 16 anos.

Os efeitos desses hormônios são irreversíveis.

Os especialistas informaram o The Times, que eles alegavam que as crianças estavam aprovadas para as terapias, mesmo antes que a clínica estabelecesse as causas de sua “confusão de sexo”.

Ativismo
Também foi relatado pelo jornal, que esses cinco médicos também disseram acreditar, que as instituições de caridade dirigidas por ativistas, como Susie Green, causam danos ao promover a transição como uma solução para os adolescentes confusos.

Consequências
O The Times expôs o que muitos especialistas, pediatras e psicólogos vêm alertando há muito tempo: as crianças estão sendo aceleradas para uma vida inteira de intervenção médica, baixa autoestima, depressão e infelicidade.

A matéria do jornal abriu uma janela sobre a necessidade de proteger crianças vulneráveis, de adultos que estão dispostos a lhes dar bloqueadores da puberdade e hormônios sexuais.

Para cada criança e adolescente que passa por essa violência psicológica, é anunciada uma nova tragédia individual.

É preciso evitar que crianças e adolescentes passem por uma “transição de sexo” tornando-as estéreis e roubando-as de uma vida sexual saudável no futuro.

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