CONEXÃO POLÍTICA
ver tudo
Menu Internacional
CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Violência sangrenta do regime da República Islâmica contra o povo iraniano durante as manifestações nas ruas

PUBLICIDADE
Adicione o Conexão Política como sua fonte preferidaAdicione o Conexão como fonte preferida

As forças de segurança iranianas abriram fogo contra manifestantes durante os protestos após a confissão de que o Irã é responsável pela derrubada de um avião de passageiros ucraniano. Balas e gás lacrimogêneo foram usados, alegam os manifestantes em Teerã.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Os protestos com milhares de pessoas saindo às ruas seguem a derrubada do avião de passageiros com 176 pessoas a bordo pela defesa aérea iraniana. Os manifestantes estavam revoltados com a maneira como o Irã lidou com o desastre do Boeing ucraniano. Primeiramente, o Irã havia negado o disparado contra a aeronave, mas após a pressão internacional, reconheceu a derrubada do avião de passageiros.

Durante a demonstração de sábado (11), pelo menos três mil manifestantes se reuniram na universidade de Teerã e em outras cidades, onde ecoavam gritos contra o governo iraniano, informou a agência de notícias iraniana ILNA.

Os manifestantes cantam textos como “Eles mentem que a América é nosso inimigo, nosso inimigo está aqui”.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE
Receba notícias do Conexão Política no seu WhatsAppReceba notícias do Conexão no WhatsApp

A manifestação contra o governo é extremamente rara no Irã. Mas em novembro, várias manifestações foram derrubadas pelo regime islâmico dos aiatolás.

No domingo (12), as manifestações continuaram. Os manifestantes exigiam a saída dos líderes políticos e militares de seu país. Assim como nos protestos anteriores contra o governo, onde 1.500 pessoas morreram nos últimos meses.

Hoje (13) é o terceiro dia de protestos no Irã. Em um vídeo publicado por um jornalista iraniano, Estudantes da Universidade Sharif cantam: “A elite iraniana foi morta pela República Islâmica”.

https://twitter.com/mohmd_mozafari/status/1216690954863812608

Sangue na rua

Filmes divulgados ontem nas redes sociais mostram cenas próximas aos protestos. As imagens também mostravam poças de sangue e manifestantes em fuga e feridos. A autenticidade dessas imagens ainda não foi estabelecida, mas muitas testemunhas que participavam das manifestações registraram as mesmas cenas.

Em um dos vídeos é possível ver rastros e poças de sangue no chão das ruas onde ocorriam as manifestações.

https://twitter.com/mohmd_mozafari/status/1216450933493837827

Um outro vídeo mostra pelo menos duas mulheres jovens atingidas por tiros nas pernas e com sangramento intenso.

https://twitter.com/mamadou_babaei/status/1216484081267101702

EUA de olho no Irã

O presidente dos EUA, Donald Trump, alertou, em Inglês e Persa, que o regime iraniano não deve repetir o massacre acontecido nas manifestações de novembro do ano passado. Trump publicou no Twitter um recado para o Irã, alertando que os EUA e o mundo estão observando o Irã.

“Para os líderes do Irã – NÃO MATE SEUS MANIFESTANTES. Milhares já foram mortos ou presos por vocês, e o mundo está assistindo. Mais importante, os EUA estão assistindo. Ligue novamente a Internet e permita que os repórteres circulem livremente! Parem a matança de seu grande povo iraniano!”, escreveu Trump.

 

Compartilhar Siga nas redes G  Siga o Conexão no Google

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tudo Sobre

IrãInternacional

Comentários (0)

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Os comentários estão fechados para esta matéria.

Seja o primeiro a comentar esta matéria.

Mais do Conexão

Veja mais

Mais lidas

  1. Internacional Direita assume a presidência da Colômbia sob ataques terroristas
  2. Internacional Itamaraty reduz emissão de passaportes no exterior após alta recorde na procura
  3. Internacional Estados Unidos fecham acordo nuclear com o Paraguai e fazem anúncio ao mundo
  4. Internacional Decisão sem precedentes de revogar visto de embaixadora agrava relação com EUA a nível inédito