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Judiciário

Alexandre de Moraes nega transferência de Roberto Jefferson para hospital particular

Ex-parlamentar queixou-se de dores na lombar, segundo informações da Secretaria de Administração Penitenciária.

Nelson Jr. | SCO | STF

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou, nesta terça-feira (26), o pedido da defesa do ex-deputado federal Roberto Jefferson para transferi-lo para um hospital particular e, a partir disso, iniciar tratamento médico.

No documento, os advogados apontam risco iminente de morte e alertam para o estado o grave de saúde do político.

Para o ministro do STF, “não há qualquer elemento que indique a necessidade de transferência da unidade prisional para hospital particular”.

O magistrado, apesar disso, autorizou a visita dos médicos particulares indicados pela defesa de Jefferson.

“Autorizo, entretanto, a visita dos médicos particulares indicados pela defesa do requerente, de acordo e com a fiel observância às regras de ingresso no estabelecimento prisional”, escreveu Moraes.

Anteriormente, o ex-deputado precisou ser internado no hospital do complexo de Bangu 8 em razão de complicações em seu estado de saúde, como febre alta, taquicardia e baixa pressão.

A Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) notificou que os procedimentos médicos necessários foram adotados adequadamente na unidade, e que não se oporia a uma eventual entrada de médicos particulares no Complexo de Gericinó, em Bangu, para atenderem ao ex-congressista.

“Em recente decisão datada de 4/9/2021, autorizei a saída imediata de Roberto Jefferson Monteiro Francisco do estabelecimento prisional, com instalação de tornozeleira eletrônica, tão somente para tratamento médico, a ser realizado no Hospital Samaritano Barra, com a aplicação de medidas cautelares, mantida a prisão preventiva. Naquela oportunidade, verifiquei a necessidade do tratamento médico fora do estabelecimento prisional”, afirmou Moraes.

“Neste momento, verifica-se a plena capacidade do hospital penitenciário em fornecer o tratamento adequado ao preso, não havendo qualquer comprovação de que o seu estado de saúde exija nova saída do estabelecimento prisional”, concluiu a decisão.

Comentários

FALE COMIGO: raul@conexaopolitica.com.br — diretor de redação do Conexão Política e natural de Recife (PE).

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