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Sanções dos EUA só cessam com impeachment de Moraes e anistia irrestrita, diz Eduardo Bolsonaro

Deputado alega que crise no país configura violação de direitos humanos em âmbito internacional e convoca empresários e representantes do setor produtivo a pressionarem o Congresso Nacional.

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O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) fez uma convocação pública ao setor produtivo nacional, com duras críticas ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e à condução institucional da Justiça brasileira. Em declaração nas redes sociais, o parlamentar disse que o Brasil se transformou, aos olhos internacionais, em um país violador de direitos humanos e alertou para os impactos que isso pode gerar nas relações com os Estados Unidos e com o chamado “mundo livre”.

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“Meu humilde conselho aos empresários, industrialistas e produtores rurais é o seguinte: nós não temos nenhum controle sobre como os EUA e o mundo livre reagirão ao fato de o Brasil ter se tornado um violador internacional de direitos humanos e de outros compromissos internacionais”, afirmou.

O parlamentar alega que, embora as consequências externas estejam fora do alcance da população, há margem de ação dentro do Congresso Nacional. “Vocês têm total controle sobre como seus representantes eleitos no Senado e na Câmara irão se posicionar para solucionar essa crise”, escreveu no X/Twitter.

Eduardo Bolsonaro defendeu que senadores sejam cobrados a apoiar um processo de impeachment contra Moraes. Ele também pediu que deputados e senadores se comprometam com a aprovação de uma anistia ampla e irrestrita para os acusados e condenados em processos relacionados a manifestações políticas.

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“Só assim nos livraremos do problema. Só assim o Brasil deixará de ser tratado como uma nova Venezuela”, sustentou. Para o congressista paulista, a solução passa pelo “resgate da legalidade, da confiança e da normalidade democrática”.

O deputado pediu ainda seus seguidores que reajam. “Salvem o Brasil. Defendam a liberdade. Defendam a democracia. Reajam e coloquem um basta na ditadura de Alexandre de Moraes.”

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