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Sob comando de Carol de Toni, CCJ da Câmara aprova impressão e recontagem de votos

Texto necessita de aprovação em Plenário, pela Câmara e Senado.

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Sob a liderança de Carol de Toni (PL-SC), a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (11), o Projeto de Lei nº 1.169/2015. O texto, de autoria do deputado Carlos Henrique Gaguim (União-TO), propõe a implementação do voto impresso no Brasil e torna obrigatória a verificação física de votos registrados nas urnas eletrônicas.

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Com 31 votos favoráveis e 20 contrários, o parecer do relator José Medeiros (PL-MT) foi aprovado, mas a medida ainda precisa passar pelo Plenário da Câmara e pelo Senado para se tornar lei. A proposta contraria decisão do STF, que declarou inconstitucional o voto impresso em 2020.

Principais mudanças sugeridas

O substitutivo apresentado por Medeiros propõe que, após o encerramento de cada votação, 5% das urnas sejam sorteadas aleatoriamente para recontagem manual dos votos impressos, confrontando os resultados físicos com os eletrônicos. O sorteio será público e contará com representantes de partidos, Ministério Público, OAB e outras entidades.

Segundo o deputado Lafayette de Andrada (Republicanos-MG), a medida visa equilibrar a transparência e a agilidade da apuração. “Mantemos as urnas eletrônicas, mas elas imprimirão cada voto, que será depositado em uma urna física para posterior auditoria em amostras aleatórias”, explicou.

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Argumentos dos defensores

Os parlamentares favoráveis acreditam que a medida aumentará a confiança no sistema eleitoral brasileiro. José Medeiros destacou que a contagem manual em 5% das urnas reforçará a credibilidade do processo. “Essa auditoria permitirá identificar inconsistências e pacificar o país em torno da segurança das eleições”, afirmou.

Os defensores também apontam que a iniciativa não representa uma crítica ao sistema atual, mas sim um meio de evitar desconfianças futuras. “Se pudermos contar, verificar e reavaliar os votos, ninguém terá razões para duvidar da legitimidade das eleições”, afirmaram aliados do projeto.

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