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Caso James Younger: Juíza é removida do caso em que pai luta para impedir que ex-mulher transforme filho de 7 anos em menina

A juíza do Texas, nos EUA, que presidiu o caso do menino de sete anos, James Younger, em que o pai luta para impedir que ex-mulher transforme o filho em menina, foi removida do caso.

O pequeno James está no meio de uma batalha legal entre seus pais que ganhou as manchetes internacionais, depois que foi revelado que a mãe do menino pretendia publicamente fazer a transição de sexo do menino contra o desejo do pai.

Segundo o jornal The Texan, no mês passado, Anne Georgulas, a mãe do menino, apresentou uma moção de recusa contra a juíza Kim Cooks, do 255º distrito.

Em outubro, Cooks anulou um veredito do júri que concederia a tutela de James à Georgulas. O veredito do júri causou um grande protesto público, atraindo a atenção da mídia nacional e internacional, e uma investigação do governador do Texas, Greg Abbott. Em sua decisão final, Cooks decidiu que a atual tutela conjunta permaneceria em vigor e o pai, Jeffrey Younger, compartilharia todas as decisões médicas tomadas pelo menino.

Os advogados de Georgulas apresentaram uma moção para que a juíza fosse substituída, depois que Cooks compartilhou uma publicação no Facebook, na qual ela compartilhou um artigo do Dallas Morning News, escrevendo: “Nem o governador nem qualquer legislatura tiveram influência na decisão da Corte”.

Na semana passada, foi realizada uma audiência na qual Chad Baruch, advogado de Georgulas, argumentou que nada que a juizá postou era do melhor interesse da criança no caso ou para os avanços na justiça, mas apenas para avançar seus próprios objetivos políticos, de acordo com o The Texan.

Logan Odeneal, advogado de Jeffrey Younger, rebateu que a moção para remover a juíza não deveria ser aceita porque as ações da juíza não atendiam ao requisito legal de recusa. Mas, no final, a moção de Georgulas foi concedida e Cooks foi removida do caso.

Ray Wheless, um juiz administrativo regional que é um republicano conservador, será responsável por designar um novo juiz para o caso.

Os pais do menino foram instruídos a não falar com a mídia, depois que o tribunal emitiu uma ordem de mordaça após a decisão em outubro.

Segundo a conta de Facebook do pai, o menino James voltou a frequentar as aulas como menino e tem orgulho de ser homem.

No facebook, o pai escreveu: “Indo para a escola. É assim que JAMES escolhe!… James e Jude [irmão de James] têm orgulho de ser homens! Salvem James, salvem milhares de crianças!”.

James Younger na casa do pai. Foto: Jeffrey Younger/Facebook.

Como o Conexão Política noticiou em outubro, Jeff Younger foi ao tribunal para impedir que sua ex-esposa, a dra. Anne Georgulas, transformasse o filho James em uma garota chamada “Luna”. Os documentos do tribunal revelaram que o garoto ainda estava vestido de menina e respondeu a esse nome [Luna] quando estava com a mãe.

No entanto, testemunhas do pai relataram ao tribunal que o menino James escolhe roupas de menino e se chama “James” quando ele está com o pai.

Após a pressão de políticos, artistas e da população nas redes sociais, a juíza no caso finalmente decidiu que os dois pais teriam uma tutela conjunta sobre o menino.

Embora a juíza no julgamento tenha ordenado que os pais não falassem com a imprensa até James completar 18 anos, a indignação pública cresceu tanto que até as autoridades estaduais do Texas disseram que iriam investigar o caso.

Como parte da ordem da mordaça, o pai Jeffrey Younger foi forçado a fechar o site do SaveJames. No entanto, seus apoiadores criaram um novo site para homenagear seu filho e também salvar milhares de crianças da castração química através de bloqueadores da puberdade e hormônios de transição sexual. O novo site é sjsavethousands.com.

Um deputado do estado do Texas está tomando medidas para impedir casos futuros como este.

O deputado texano, Matt Krause, que destaca sua fé cristã em sua biografia no Twitter, escreveu no Twitter:
“Na ausência de uma sessão especial entre agora e a 87ª Sessão, apresentarei uma legislação que proíbe o uso de bloqueadores da puberdade nessas situações para crianças menores de 18 anos. Perdemos nossa oportunidade de fazê-lo na 86ª Sessão. Não perderemos na próxima.”

Muitos médicos declararam publicamente que é “imprudente e irresponsável” fazer a transição de crianças para o sexo oposto. Leia mais sobre o assunto clicando nestes artigos:

Ex-funcionários e médicos de clínica para transexuais na Inglaterra exigem o fim do experimento com crianças.

EUA: Parlamentares republicanos elaboram projetos para proibir tratamento de “transição sexual” em crianças.

Cresce o número de pais que acreditam que o movimento transexual está destruindo seus filhos.

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Correspondente internacional na Europa.

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