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Forças Armadas do Equador alertam que não vão permitir atentados contra a democracia

Atos no país pedem a redução de preços dos combustíveis, entre outras coisas.

Peter Pecksen | Flickr

As Forças Armadas do Equador anunciaram que não vão permitir que os atos contra as políticas econômicas do presidente Guillermo Lasso atentem contra a democracia.

A declaração ocorre em meio a confrontos de lideranças indígenas com as forças de segurança em Quito, capital do país.

Milhares de indígenas participaram de uma manifestação na segunda (20) para exigir respostas do governo a alguns pedidos que incluem baixar o preço dos combustíveis, ampliar prazos para pagar dívidas financeiras, limitar a expansão do petróleo e aumentar o orçamento para saúde e educação intercultural.

O Executivo respondeu às demandas em contato com os indígenas e afirma estar à espera de novidades. Também aceitou propostas de mediação de organizações da sociedade civil.

Conflito

As forças de segurança e os manifestantes entraram em confronto na capital na tarde desta última terça (21). Alguns participantes das passeatas atiraram paus e foram repelidos com gás lacrimogêneo e munição não letal.

“As Forças Armadas não permitirão que se tente romper a ordem constitucional ou qualquer ação contra a democracia e as leis da república”, disse o ministro da Defesa, Luis Lara, em um pronunciamento à imprensa, ao lado dos chefes militares.

“Convocamos os equatorianos à unidade nacional”, acrescentou ele, citando que, por trás da violência dos protestos, estão “as mãos do narcotráfico e do crime organizado”.

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FALE COMIGO: marcos@conexaopolitica.com.br — editor-chefe do Conexão Política e natural de Campo Grande (MS).

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