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Governo de Israel diz que não obrigará cidadãos a tomar a vacina; mas estuda a adoção de “passes livres” para retorno à vida normal

O Diretor do Ministério da Saúde de Israel afirmou que as vacinas não serão obrigatórias, mas o Diretor Médico e Diretor de Inovação do Centro, Dr. Eyal Zimlichman, disse ao comitê do Parlamento que “eles se entenderão”.

Embora o Diretor do Ministério da Saúde israelense, Hezy Levy, tenha afirmado ontem (25) aos repórteres que “não forçaremos as pessoas a tomar uma vacina. A lei israelense não permite isso”, falando perante o Comitê Especial do Parlamento para o Coronavírus, Dr. Eyal Zimlichman listou medidas que estão sendo planejadas para “conduzir” a população para a vacinação como forma de “recuperar a liberdade de ir e vir”.

A questão de como induzir à conformidade com as vacinas tem gerado uma preocupação crescente, com comentaristas como o jornalista americano Mike Cernovich escrevendo: “O governo não o obrigará a tomar a vacina. A Amazon sim. As companhias aéreas sim. Os bancos sim. Você não poderá comprar, vender ou negociar sem a vacina”.

Como se confirmasse as palavras de Cernovich, o Dr. Zimlichman disse ao Comitê: “Outra coisa que aparentemente vai entrar em nossas vidas, começando em pequenos números já em janeiro, que é em breve, é a vacina”.

“Se estamos discutindo como criar motivação para os cidadãos israelenses se vacinarem, eu concordo, você não pode forçar a população; não vai funcionar. Podemos conversar sobre isso até amanhã que não vai funcionar.”

“O que é possível é criar motivação. Quem for vacinado receberá automaticamente ‘status verde’. Portanto, você pode vacinar e receber Status Verde para circular livremente em todas as zonas verdes: Eles vão abrir para vocês eventos culturais, eles vão abrir para você os shoppings, hotéis e restaurantes.”

“Você pode escolher não estar vacinando e, se quiser entrar nessas áreas, precisará se submeter a um teste de PCR e, portanto, acredito que as pessoas vão entender por si mesmas que a vacina vai devolvê-las a vida normal e vão se vacinar, sem que os obriguemos.”

“Mas a ideia que estamos lançando é na verdade algo que já está começando agora, e estamos lançando um projeto inicial que estamos testando e estamos prontos para começar, com base no PCR e com base no antígeno, assumindo que será de autoria do Ministério da Saúde, estamos em processo com o Ministério, e claro, a sorologia, e muito rapidamente, já a partir de janeiro adicionaremos as vacinas – quem for vacinado pode entrar nessas áreas verdes, naquela ‘zona de segurança’.

“Supondo que estejamos discutindo um período prolongado em que parte da população será vacinada e parte não, por um ano ainda, vemos essas áreas crescendo de tamanho e as pessoas que são vacinadas recebem o passe para entrar nessas áreas verdes nas cidades do sul ao norte do país. “

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