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Política

A repercussão em torno do lançar fogo em ‘caixões’ na Esplanada dos Ministérios

Por volta das 11h30, muita fumaça podia ser vista na Praça dos Três Poderes.

Reprodução

Conforme antecipou o Conexão Política por meio do Twitter, um movimento autodeclarado indígena ocupou os principais pontos da Esplanada dos Ministérios, em Brasília, nesta sexta-feira (27).

O grupo protestava contra o chamado ‘marco temporal’ para a demarcação de terras.

A proposta entrou na agenda de julgamentos do Supremo Tribunal Federal (STF), na última quinta-feira, mas foi adiado para o dia 1º de setembro.

Reunidos em Brasília, o grupo ateou fogo em um ‘caixão’ de papelão, em frente ao Palácio do Planalto, na Praça dos Três Poderes.

Na sequência, uma grande nuvem de fumaça preta podia ser vista de longe, atrás do Congresso Nacional.

A equipe do Corpo  Bombeiros esteve no local e apagou as chamas.

Ao deixar a Praça dos Três Poderes, o grupo entrou no espelho d’água do Palácio da Justiça, onde fica a sede do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).

Repercussão

Com reação imediata, grande parte dos internautas usaram as redes sociais para repudiar o ocorrido.

Por meio do Twitter, o comunicador Léo Pirão comentou o ocorrido, dizendo que, na visão dele, este é o perfil de quem deseja ‘tomar o poder’ pelo golpe.

“‘Indígenas’ tocam fogo em pneus em frente ao Palácio do Planalto agora. É esse tipo de gente que quer tomar o poder pelo golpe novamente. Enquanto isso, senhorinhas se manifestando nas ruas com a Bandeira Nacional são acusadas pelo establishment de movimentos antidemocráticos”, escreveu.

O chefe de redação do Conexão Política, Davy Albuquerque, questionou a dimensão do caso e, especialmente, a forma como as autoridades passarão a enquadrar a gravidade do ocorrido.

“Atear fogo em ‘caixões’ em frente ao Palácio do Planalto sob gritos de ordem e, além disso, ocupar o espelho d’água do Palácio da Justiça, tendo o cenário ao redor com muita fumaça preta é ato democrático? Será que teremos inquéritos para apurar os integrantes e quem financia?”, indagou.

O empresário Alan Lopes, do Rio de Janeiro, aproveitou o ataque para relembrar da CPI das ONGs, que acabou não tendo o fôlego necessário para ser desencadeada.

“O Brasil tem 421 terras indígenas homologadas. Juntas, elas soman mais de 106 MILHÕES de hectares, para uma população de pouco mais de 400 mil habitantes. Índio não quer mais terras; isso é coisa de ONGs. Entenderam porque eles engavetaram a CPI das ONGs e abriram a da Covid???”, afirmou.

Comentários

FALE COMIGO: raul@conexaopolitica.com.br — diretor de redação do Conexão Política e natural de Recife (PE).

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