ver tudo
Menu Política
CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Ministro se pronuncia após rumores de saída de Marina Silva do governo

Ala governista alega que movimentação do Congresso busca esvaziar o Ministério do Meio Ambiente.

PUBLICIDADE
Adicione o Conexão Política como sua fonte preferidaAdicione o Conexão como fonte preferida

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva (Rede-SP), continuará no comando da pasta. A afirmação é do ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo nesta sexta-feira (25).

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Diante de rumores de eventual saída da esquerdista, a possibilidade de queda governista está descartada.

“Em nenhum momento isso [a saída de Marina] entrou em discussão”, afirmou. Segundo ele, a ministra tem um papel importante na sustentação da agenda ambiental do governo Lula. “Essa agenda estará preservada e com a liderança de Marina”, reiterou.

Na quarta-feira, 24, a Comissão especial do Congresso aprovou a Medida Provisória proposta pelo deputado Isnaldo Bulhões (MDB-AL), que reestrutura os ministérios do governo Lula — especialmente o do Meio Ambiente e dos Povos Indígenas. O governo busca meios para reagir.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE
Receba notícias do Conexão Política no seu WhatsAppReceba notícias do Conexão no WhatsApp

Entre as principais mudanças no Ministério do Meio Ambiente, estão a remoção da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e da Política Nacional de Recursos Hídricos, que passam para o Ministério de Integração e Desenvolvimento Regional. A retirada do Executivo sobre as demarcações de terras também é outro avanço do Congresso contra a gestão federal.

Mais do Conexão

Veja mais

Mais lidas

  1. Política PF faz buscas contra Mário Frias e produtora de filme sobre Bolsonaro
  2. Política PF faz operação para investigar suposto desvio de emendas destinadas ao filme ‘Dark Horse’
  3. Política Paes fala sobre corrupção no RJ, cita Witzel e Castro, e diz que ‘não dá para culpar Bolsonaro’
  4. Política No Rio de Janeiro, Paes chega a 56% dos votos válidos e deve ser eleito no 1º turno