ver tudo
Menu Política
CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Pacheco sobe o tom e diz que liberar drogas por decisão do STF é ‘grave’

Avanço do tema tema no Judiciário tem gerado discussões acaloradas em Brasília.

PUBLICIDADE
Adicione o Conexão Política como sua fonte preferidaAdicione o Conexão como fonte preferida

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), enquadrou como um “equívoco grave” a possibilidade de descriminalização do porte de drogas para uso pessoal por decisão do Supremo Tribunal Federal.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O julgamento foi retomado na quarta-feira (2) pela Corte e suspenso depois de 4 votos a favor da descriminalização.

Pacheco, no entanto, destacou que cabe exclusivamente ao Congresso discutir a questão. O presidente do Senado sustenta que qualquer medida tomada pelo Judiciário não pode ser contrária à lei vigente.

“Houve, a partir da concepção da Lei Antidrogas, também uma opção política de se prever o crime de tráfico de drogas com a pena a ele cominada, e de prever também a criminalização do porte para uso de drogas”, afirmou em Plenário.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE
Receba notícias do Conexão Política no seu WhatsAppReceba notícias do Conexão no WhatsApp

O senador classificou a descriminalização, que avança sem discussão no Congresso, como “invasão de competência do Poder Legislativo”.

“Ao se permitir ou ao se legalizar o porte de drogas para uso pessoal, de quem se irá comprar a droga? De um traficante de drogas, que pratica um crime gravíssimo equiparado a hediondo”, disse.

Ainda  em sua fala, Pacheco cobrou dos ministros do STF a noção do papel da arena política e frisou que o Congresso está “trabalhando” pelo bem da sociedade.

Mais do Conexão

Veja mais

Mais lidas

  1. Política Maria Bethânia faz o ‘L’ em show e declara voto em Lula à reeleição
  2. Política JHC x Renan Filho: o que a pesquisa revela sobre a eleição em Alagoas
  3. Política Garotas de programa e até drogas; como eram festas com Vorcaro e autoridades
  4. Política Datafolha divulga nova pesquisa para o governo de Pernambuco; veja os números