Siga-nos nas redes sociais

Digite o que você procura:

Política

PM de São Paulo e movimentos acertam detalhes de manifestações de 7 de Setembro

Polícia paulista disse que irá revistar manifestantes. Atos contra o governo foram autorizados por liminar judicial.

Alexandre Berger | Flickr

Foram acertados nesta última terça-feira (31) os horários e locais para as manifestações previstas para o próximo dia 7 de setembro, feriado da Independência, na capital paulista.

Segundo a Polícia Militar, as definições foram feitas em reunião com 43 grupos diferentes que pretendem ir às ruas em defesa das liberdades individuais.

Os grupos favoráveis ao presidente Jair Bolsonaro vão se concentrar das 11h às 18h na região da Avenida Paulista, entre a Praça do Ciclistas e a Avenida Brigadeiro Luís Antônio.

Os movimentos que vão protestar contra o governo federal ficarão no Vale do Anhangabaú, no centro da cidade, das 14h às 17h.

A PM informou que vai acompanhar as manifestações e fazer revistas pessoais no público dos atos. Será proibido o porte de armas de fogo, armas brancas, bastões, fogos de artifício, drones e outros itens que possam causar danos a outras pessoas.

Decisão judicial

A realização dos dois atos simultaneamente no Dia da Independência foi autorizada em decisão liminar pelo juiz Randolfo Ferraz de Campos, da 14ª Vara de Fazenda Pública.

O governo de São Paulo queria impedir a realização do ato no Anhangabaú com a justificativa de que a manifestação na Avenida Paulista foi agendada primeiro. Porém, o magistrado entendeu que todos os grupos e movimentos têm direito a ir às ruas na data.

Comentários

FALE COMIGO: marcos@conexaopolitica.com.br — editor-chefe do Conexão Política e natural de Campo Grande (MS).

Política

Ativistas e lideranças partidárias pretendiam reunir mais de 100 mil de pessoas.

Política

21 lideranças de siglas como PT, PSL, PSOL, PSDB, DEM e Novo já confirmaram presença.

Judiciário

Ministro do STF foi alvo de críticas no Clube Pinheiros, na capital paulista.

Política

Ação foi apoiada pelo coordenador do movimento, Guilherme Boulos, do PSOL.