A disputa por duas vagas no Senado em Santa Catarina aparece bastante equilibrada na nova pesquisa Quaest, divulgada nesta quinta-feira (24), com um empate triplo.
O levantamento foi contratado pela NSC. No dia 4 de outubro, cada estado e o Distrito Federal escolherão dois senadores, com a renovação de 54 das 81 cadeiras da Casa. Por isso, cada eleitor terá de escolher dois nomes diferentes na urna.

Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados, 84% dos entrevistados não souberam indicar nenhum nome. Já no levantamento estimulado, os candidatos são apresentados e o eleitor responde duas vezes, indicando uma opção para cada uma das duas vagas. Para chegar ao resultado combinado, a pesquisa considera os dois votos e mantém a proporção entre candidatos, votos brancos e nulos e eleitores indecisos.
Nesse cenário, Carol De Toni (PL) aparece com 17% das intenções de voto, contra 12% na pesquisa de 25 de agosto. Carlos Bolsonaro (PL) tem 16%, mesmo percentual do levantamento passado. Esperidião Amin (PP) registra 15%, após marcar 19% em agosto. Há empate técnico considerando a margem de errro.
Receba notícias do Conexão Política no seu WhatsAppReceba notícias do Conexão no WhatsAppDécio Lima (PT) passou de 9% para 10%. Afrânio Boppré (PSOL) tem 4%, contra 2% do mês passado. Lunelli (MDB) aparece com 3%, ante 2%. Carol (PCO) e Túlio de Amorim Pfuetzenreiter (Missão) têm 1% cada, assim como Ana Lúcia da Silveira Machado (UP) e Marcos Dorval (PSTU). Jeferson Rocha (PRD), Marlene Soccas (UP) e Joaninha de Oliveira (PSTU) aparecem com 0%.
Os indecisos, que não sabem ou não responderam, somam 22%, contra 23% em agosto. Outros 9% afirmam que pretendem votar em branco ou nulo, ante 11% na pesquisa anterior.
Considerando apenas a primeira vaga, Carol De Toni tem 19%, contra 12% em agosto. Esperidião Amin aparece com 18%, depois de registrar 23%, enquanto Carlos Bolsonaro marca 17%, ante 21%. Décio Lima chega a 14%, contra 10% anteriormente. Lunelli tem 3%, Afrânio Boppré 2%, e Carol (PCO) e Túlio de Amorim Pfuetzenreiter registram 1% cada. Ana Lúcia da Silveira Machado também tem 1%. Os demais candidatos aparecem com 0%. Nesse recorte, 17% estão indecisos ou não responderam e 7% optariam pelo voto branco ou nulo.
Na segunda vaga, Carol De Toni aparece com 15%, contra 12% em agosto. Carlos Bolsonaro tem 14%, ante 12%, enquanto Esperidião Amin registra 12%, depois de marcar 15%. Décio Lima aparece com 6%, contra 7% no levantamento passado. Afrânio Boppré tem 5%, Lunelli 3% e Carol (PCO) 2%. Túlio de Amorim Pfuetzenreiter, Marcos Dorval, Ana Lúcia da Silveira Machado, Jeferson Rocha e Marlene Soccas têm 1% cada. Joaninha de Oliveira aparece com 0%.
Nesse segundo cenário, 27% dos entrevistados não sabem ou não responderam, contra 29% anteriormente. Outros 11% afirmam que votarão em branco ou nulo, ante 13% em agosto.
A pesquisa também perguntou se a escolha já está definida. Para 62% dos entrevistados, o voto é definitivo. Outros 38% afirmaram que ainda podem mudar de opção até a eleição, marcada para 4 de outubro.
A Quaest ouviu 804 pessoas com 16 anos ou mais entre 20 e 23 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número SC-04783/2026.
Na pesquisa espontânea, Carol De Toni aparece com 9%, contra 4% em agosto. Esperidião Amin tem 7%, ante 4%, enquanto Carlos Bolsonaro registra 5%, contra 3%. Décio Lima passou de 1% para 3%, e Afrânio Boppré foi de 1% para 2%. Lunelli manteve 1%. Os demais nomes somam 0%, enquanto 71% não souberam responder ou ainda estão indecisos. Em agosto, esse grupo representava 84%. Outros 2% disseram que votariam em branco, nulo ou não pretendem votar.