Em maio do ano passado, o Conexão Política revelou em primeira mão o avanço das negociações que começaram a se desenhar nos bastidores do setor de grandes eventos, envolvendo iniciativas como o Todo Mundo no Rio.
A apuração surgiu logo após a apresentação de Lady Gaga no Brasil, momento em que passaram a ganhar corpo as articulações para a atração de artistas internacionais e a reorganização do calendário de grandes shows no país.
Naquele momento, o portal já apontava que Adele havia entrado no radar da organização. O nome da cantora passou a ser tratado como prioridade em razão do porte do evento previsto para este ano, além de dois fatores considerados calculados: o fato de ela nunca ter se apresentado na América Latina e o interesse manifestado por sua equipe em realizar shows no Brasil, justamente pelo ineditismo no continente.
Segundo a apuração do Conexão Política, o país passou a ser tratado como destino-chave pela equipe da artista em 2026, tanto pelo alcance de público quanto pela projeção internacional. À época, o portal também antecipou que a preferência da cantora recai sobre eventos pontuais e privados, com a possibilidade de até três apresentações em território brasileiro. As tratativas avançaram ao longo de 2025, mas ainda seguem sem confirmação oficial.
Receba notícias do Conexão Política no seu WhatsAppReceba notícias do Conexão no WhatsAppDurante esse período, setores ligados à organização do evento e à gestão municipal do Rio de Janeiro se mobilizaram para viabilizar a vinda de Adele. Mesmo sem anúncio formal, as conversas seguiram em curso nos bastidores. Após a divulgação inicial do Conexão Política, a possibilidade passou também a ser especulada por outros veículos.
Agora, com mais uma exclusividade do jornalista Raul Holderf Nascimento, o Conexão Política apurou a lista considerada prioritária nos bastidores do Todo Mundo no Rio. Adele permanece como o principal nome no radar, ainda sem confirmação, mas segue como a opção mais forte para a edição deste ano.
Paralelamente, a prefeitura trabalha com alternativas. Uma delas, também foi antecipada com exclusividade pelo Conexão: Shakira. Ela, que recentemente realizou apresentações de grande repercussão no Paraguai, mobilizou uma multidão por duas noites seguidas. Os shows foram manchetes em toda a América Latina e repercutiram em veículos internacionais, sobretudo na imprensa espanhola. Seu nome aparece como prioridade nas negociações.
Também surge a possibilidade de participação do Black Eyed Peas, grupo que mantém histórico de colaborações com Shakira. Nas últimas semanas, outro nome foi colado em mesa com chances altas: Usher, o Rei do R&BD, que teve uma passagem meteórica no Super Brown e cravou uma audiência massiva nos Estados Unidos. De acordo com a apuração do Conexão Política, caso Adele não seja confirmada, a combinação entre Shakira e Black Eyed Peas é considerada a alternativa forte para liderar o line-up do evento, mas com Usher também na linha.
Dessa forma, os quatro nomes mais quentes no momento são Adele, Shakira, Black Eyed Peas e Usher. Outros artistas seguem sob avaliação da gestão de Eduardo Paes, mas a tríade concentra as atenções nas negociações atuais.
Em relação à data, ainda não há anúncio oficial. Nos bastidores, a indicação é de que o evento ocorra na primeira semana de maio. A expectativa é que a divulgação aconteça entre o início de fevereiro e o fim do mês, dentro de uma margem tida como calculada: evitar tanto um anúncio tardio, que poderia comprometer a logística, quanto uma antecipação excessiva, capaz de esfriar a repercussão.
Segundo fontes envolvidas na organização, a definição do timing vai de encontro ao planejamento operacional, organização do público e manutenção do interesse em torno do evento.
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