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Saúde

Consórcio Nordeste acusa Anvisa de impor limitações e suspende compra da vacina Sputnik

Decisão foi anunciada nesta última quinta-feira (5).

Secom | Governo da Bahia

O Consórcio Nordeste, que reúne governadores da região, anunciou nesta última quinta-feira (5) que suspendeu a compra de 37 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 Sputnik V, da Rússia. De acordo com os mandatários, o contrato só será retomado caso haja autorização para o uso do imunizante pelas autoridades sanitárias.

O presidente do grupo, governador do Piauí, Wellington Dias (PT), afirmou que a decisão foi tomada por conta dos condicionantes impostos pela Anvisa e pela não inclusão da substância no Programa Nacional de Imunizações (PNI).

“É lamentável, o Brasil vive uma situação com alta mortalidade, mais de mil óbitos por dia. Temos vacinas disponíveis, mas impedidas de entrar no Brasil devido uma decisão da Anvisa que faz uma alteração no padrão de teste junto com a não inclusão do Ministério da Saúde no plano nacional de vacinação e a falta da licença de importação, tivemos a suspensão da entrega da vacina até que se tenha uma autorização do uso do imunizante no Brasil”, declarou o petista.

Vale lembrar que a Anvisa liberou a importação em junho. No entanto, a agência apontou uma série de exigências em razão da falta de documentos e de possíveis riscos identificados naquela vacina. Entre os condicionantes estão limites para os lotes e testagem a fim de averiguar determinados aspectos, como riscos decorrentes do uso da tecnologia de vírus inativado.

A Anvisa também condicionou a aplicação das vacinas à autorização pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS). Os estados cuja importação foi autorizada também precisam realizar estudos de efetividade, segundo informações da Agência Brasil.

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