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Saúde

Estados que fazem fronteira com outros países receberão doses extras

Objetivo é barrar entrada de variantes da peste chinesa no Brasil.

Walterson Rosa | Min. Saúde

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, informou nesta terça-feira (20) que serão enviadas doses extras de vacinas contra a Covid-19 para seis estados que fazem fronteira com outros países.

De acordo com o ministro, o objetivo é avançar na vacinação nessas localidades para criar uma espécie de “cordão sanitário” e restringir a entrada de variantes no Brasil.

Doses extras serão enviadas para os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, de Roraima e Santa Catarina. Segundo Queiroga, as doses serão suficientes para aplicação em 279 mil pessoas.

“O trânsito dos cidadãos de países vizinhos pode trazer e levar doenças. Por isso, o controle sanitário é necessário para que consigamos ter uma promoção em saúde em padrões que desejamos para o Brasil e para os nossos irmãos da América do Sul”, disse o ministro, após participar de um evento de vacinação em Foz do Iguaçu, no Paraná.

Ontem (19), o Ministério da Saúde informou que já foram identificados 110 casos da variante delta no Brasil. Destes, cinco evoluíram para quadro grave que resultou em morte. Anteriormente conhecida como variante indiana, a delta tem taxa de infecção maior do que a do coronavírus original. 

“É uma estratégia, até para que a gente possa conter variantes e criar uma espécie de cordão epidemiológico, vacinando a população fronteiriça, para evitar que variantes que vêm de outro país possam chegar ao Brasil, e dando uma atenção especial às nossas fronteiras secas”, declarou Queiroga.

Na semana passada, o ministério já havia informado que as populações de fronteira seriam incluídas como prioritárias para vacinação. Na ocasião, foram enviadas doses extras de imunizantes para os estados do Rio Grande do Sul, de Mato Grosso e Rondônia.

De acordo com o ministro, a decisão foi tomada em comum acordo entre estados e municípios no âmbito do Programa Nacional de Imunizações (PNI). Além das cidades que fazem fronteira direta com outros países, o Ministério da Saúde também pretende reforçar a proteção nas chamadas faixas de fronteira, que são cidades brasileiras próximas de outros países.

Com informações, Agência Brasil.

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