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Líderes cristãos na Escócia tomam medidas legais contra o governo por fechar igrejas e criminalizar o culto público durante lockdown

Escócia Igreja

Um grupo de líderes cristãos da igreja na Escócia entrou com uma ação legal contra a decisão do governo escocês de fechar igrejas e proibir o culto público durante o atual lockdown.

O Christian Legal Center representa os 27 líderes religiosos de várias congregações cristãs, incluindo a Igreja Livre da Escócia, a Igreja da Escócia e várias igrejas independentes.

As restrições estabelecidas pela primeira-ministra escocesa, Nicola Sturgeon, em 8 de janeiro, tornavam crime no mais alto nível as igrejas se reunirem pessoalmente, até mesmo para realizar um batismo.

Os oficiais da Igreja notificaram os ministros escoceses em 15 de janeiro, implorando para que reabrissem as igrejas. Eles explicaram que o fechamento de igrejas viola a Convenção Europeia dos Direitos Humanos e a Constituição da Escócia.

Além disso, as necessidades emocionais e espirituais da congregação e da comunidade não podem ser atendidas se essas restrições permanecerem em vigor.

Os líderes da igreja apontaram em sua afirmação que entendem claramente o significado da covid-19 e as difíceis decisões que o governo escocês teve que tomar em um esforço para proteger as comunidades. Mas os oficiais da Igreja dizem acreditar que os ministros escoceses “falharam em reconhecer que o fechamento de locais de culto é uma medida desproporcional e que tem sérias implicações para a liberdade de religião”.

Os ministros escoceses responderam negando a reclamação e afirmaram que o Estado pode “regular as atividades seculares das igrejas com o propósito de proteger a saúde pública” e que as igrejas devem “cumprir a lei secular” e permanecer fechadas.

De acordo com o Christian Legal Centre, a Escócia não tenta fechar igrejas desde o século 17, durante a perseguição à Igreja Presbiteriana.

Agora, os oficiais da Igreja estão pedindo para que as casas de culto na Escócia permaneçam abertas para que as pessoas possam comparecer aos cultos e eventos sem medo de serem processadas.

Na afirmação, os líderes da igreja “sustentam que o culto público corporativo, envolvendo a reunião física de cristãos são aspectos fundamentais e indispensáveis ​​de sua religião” e que “na ausência do povo de Deus reunido, efetivamente não há igreja”.

Os ministros escoceses dizem que estão tomando decisões com base na “ciência” para garantir várias medidas de bloqueio, incluindo o fechamento de igrejas.

Comentários

Cristã e Correspondente Internacional na Europa.

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