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Mesmo após mar de críticas, canal de TV americano para famílias não vai retirar comercial de “casamento” de lésbicas

Após a pressão de progressistas, o canal americano Hallmark decidiu que vai transmitir um comercial no qual duas mulheres “se casam”. Anteriormente, o “canal da família” havia recusado o comercial da loja de noivas Zola, após o protesto do grupo conservador One Million Moms, que lançou uma petição para remover a publicidade do canal.

O grupo de mães conservadoras, One Million Moms, também já fez campanha contra uma série de televisão infantil, ‘Os Muppets’, na qual o sapo ‘Kermit’ e seus amigos discutiam sua “vida amorosa”, e contra o filme ‘Toy Story 4’, porque uma das cenas mostra uma dupla de lésbicas levando seus filhos para a escola.

Reações progressistas
A apresentadora de TV e lésbica, Ellen DeGeneres, criticou a primeira decisão da Hallmark no Twitter: “Não é quase 2020? Qual é a ideia por trás disso? Expliquem, gostaríamos de ouvir”.

O canal juvenil ‘Freeform’ disse através da mídia social: “É o que acontece quando você coloca toda a sua energia nas pessoas, e não nas histórias inteligentes. Chame-nos Zola, celebraremos as festas com todos lá”.

A Netflix também se fez ouvir; a empresa postou fotos de duas de suas séries com casais de lésbicas e nomeou essa categoria no Twitter: “Títulos com lésbicas que são felizes e, depois disso, é Natal, deixemos as pessoas amarem quem elas amam”.

No domingo (15), o CEO da Hallmark Channel, Bill Abbott, disse em um comunicado que o canal tomou a decisão errada ao interromper o comercial e pediu desculpas pela “dor e decepção” que causou. “Como marca, queremos procurar mais maneiras de ser inclusivo e celebrar as diferenças entre as pessoas”.

Ativismo LGBT
O CEO do Hallmark – canal conhecido por seus filmes de Natal para a família – disse em uma entrevista recente que sua empresa está “aberta” para produzir filmes com personagens principais que são gays.

Bill Abbott compartilhou a revelação durante uma aparição no podcast “TV’s Top 5” do The Hollywood Reporter, quando a entrevistadora disse: “Eu sou gay; onde estão os filmes com ‘casais’ do mesmo sexo? Você já falou sobre a incorporação de histórias sobre ‘casais’ do mesmo sexo em filmes de Natal?”.

“Estamos abertos a realmente qualquer tipo de filme ou qualquer tipo de relacionamento em qualquer espaço”, respondeu o CEO da Hallmark.

A entrevistadora questiona Abbott e reclama que o Hallmark Channel está sempre na TV quando ela e sua parceira visitam membros da família durante as férias, alegando que nenhum dos filmes de Natal reflete o estilo de vida lésbico.

“Minha ‘esposa’ e eu não refletimos em nada que vocês estão fazendo. Seria muito legal ampliar nossas notícias e ver uma versão nossa na TV”, disse a entrevistadora.

Durante a discussão, Abbott disse que o Hallmark Channel é muito consciente do fato de seus filmes serem assistidos por uma ampla gama de espectadores, observando que as famílias vão ligar o canal festivo sem preocupações de que algo inapropriado apareça em suas telas. Para alguns clientes, no entanto, a introdução das histórias favoráveis ao ativismo LGBT – particularmente aquelas que incluem personagens principais que são gays – não seriam aceitáveis e poderiam apresentar novas preocupações.

Ciente do atrito que essa mudança pode causar, Abbott disse que o Hallmark Channel se diferenciou de outras empresas de entretenimento ao produzir consistentemente conteúdo que era “implacavelmente positivo, familiar e sempre apropriado para todos os membros da família”.

No entanto, Abbott disse que a empresa está “sempre pensando em ampliar a demografia de seus telespectadores“, e que “haverá filmes chegando este ano com personagens gays“.

Comentários

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