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O que diz a polícia sobre o drone que atirou líquido ‘fedido’ sobre apoiadores de Lula e Kalil

Ao contrário do que foi compartilhado por páginas e sites de esquerda, a substância não continha urina e fezes.

Reprodução | Redes Sociais

Nesta quarta-feira (15), às vésperas de um ato político pro-Lula e pró-Alexandre Kalil, que é pré-candidato ao governo de Minas Gerais, um drone sobrevoou o campus da Universidade do Triângulo Mineiro, situado em Uberlândia, atirando um líquido ‘fedido’ contra apoiadores dos políticos.

Em imagens que circulam nas redes sociais, é possível ver a correria e o tumulto entre o público presente no ato.

“Quando o drone chegou, a gente achou que era do evento. De repente, começou a pulverizar alguma coisa muito fedida, tipo fezes, chorume”, disse Mariana de Araújo, da organização do evento, ao G1.

A Polícia Militar informou que o líquido jogado sobre as pessoas era um produto químico usado em lavouras para atrair moscas, conforme relato dos envolvidos. Ainda de acordo com a PM, três pessoas estavam atuantes na ação e foram detidas, tendo o drone devidamente apreendido.

Posteriormente, os responsáveis, de idades e identidades não reveladas, foram liberados mediante assinatura do Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e, mais adiante, serão acionados no Juizado Especial Criminal (Jecrim).

Eles não tinham autorização para operar o equipamento, que permaneceu recolhido.

Comentários

FALE COMIGO: raul@conexaopolitica.com.br — diretor de redação do Conexão Política e natural de Recife (PE).

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