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Análise

O silêncio ensurdecedor nas redações

Dez pessoas, incluindo um policial, foram mortas na segunda-feira (22) após um homem armado abrir fogo em um supermercado.

O caso aconteceu na cidade de Boulder, no Colorado, Estados Unidos.

O FBI informou que participa das investigações. Equipes da SWAT também contribuíram na ação.

Diante do caso, que rapidamente ganhou as principais manchetes ao redor do mundo, algo chamou bastante a minha atenção. Ainda ontem, a militância da extrema-imprensa ‘babava’ de ódio ao afirmar que o atirador que matou várias pessoas no Colorado era um ‘homem branco’.

Na ocasião, rolou até textão sobre ‘supremacismo branco’.

Acontece que, poucas horas depois, a polícia divulgou o nome do atirador: Ahmad Al Aliwi Alissa. De ímpeto, o silêncio tomou conta das redações.

Sim, o então suposto ‘supremacista branco’, segundo a militância das redações sugeria, na verdade se identifica como muçulmano, simpático ao ISIS e anti-Trump.

Como já era de se esperar, a narrativa rapidamente mudou. A partir de agora, os militantes de redação estão rodando entrevista com o irmão do atirador, afirmando que ele tem ‘problemas mentais’.

Eis o malabarismo da extrema-imprensa, que insiste em dizer que é imparcial.

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