ver tudo
Menu Cotidiano
CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

PF combate o tráfico internacional de drogas na Bahia

PUBLICIDADE
Adicione o Conexão Política como sua fonte preferidaAdicione o Conexão como fonte preferida

A Polícia Federal deflagrou no sábado (14/3) a Operação Olossá, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa especializada no tráfico internacional de entorpecentes, cujo modus operandi principal consistia na utilização de mulas para transporte de cocaína para a Europa, por via aérea, escondida nas bagagens.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Estão sendo cumpridos cinco mandados de prisão preventiva e quatro mandados de busca e apreensão, nas cidades de Salvador e Ipiaú, na Bahia, além de Ananindeua, no Pará, todos expedidos pela 17a Vara Federal da Seção Judiciária de Salvador.

A investigação teve início em maio de 2019, a partir de informação recebida pelo serviço de Disque Denúncia da Secretária de Segurança Pública da Bahia.

A partir daí, identificou-se que o chefe da organização criminosa era proprietário de uma barraca de praia, em Lauro de Freitas/BA, e usava o estabelecimento para aliciar pessoas – as chamadas mulas – para levar a droga. Ele também era o responsável por providenciar os passaportes, as passagens e ainda fornecia os euros para custear as despesas da viagem.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE
Receba notícias do Conexão Política no seu WhatsAppReceba notícias do Conexão no WhatsApp

Ao longo da investigação, foram presas dez pessoas tentando embarcar com cocaína em aeroportos da Bahia, Pernambuco, Ceará, São Paulo e Paraná, e mais outras três pessoas responsáveis pela entrega das malas já prontas, com a droga escondida, para as mulas. No total, foram apreendidos nessas ações pouco mais de 25 kg de cocaína.

Cada viagem podia render até R$ 500 mil para a quadrilha e a mula recebia em torno de R$ 20 mil no caso de êxito no transporte da droga.

Verificou-se, ainda, que grande parte das pessoas aliciadas fornecia o mesmo endereço à Polícia Federal para a confecção do passaporte, fato que também chamou a atenção. Disso, inclusive, decorreu o nome da operação, já que o endereço falso declinado era na Ladeira do Olossá, no bairro de Itapuã, na capital baiana.

Os investigados irão responder pelos crimes de organização criminosa, tráfico de drogas e falsidade ideológica, cujas penas, somadas, podem ultrapassar os 28 anos de reclusão.

 

Com informações, Polícia Federal na Bahia.

Mais do Conexão

Veja mais

Mais lidas

  1. Cotidiano Morre a atriz Glória Menezes
  2. Cotidiano Usuários de operadora no Brasil notam mudança inesperada nos celulares e sinal informativo
  3. Cotidiano 8 das 10 cidades mais violentas do país estão em estados administrados pelo PT
  4. Cotidiano População em situação de rua vai de 198 mil para 392 mil em três anos e meio de governo Lula