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São Paulo fecha comércio e restaurantes durante festas de fim de ano

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Arquivo | Governo do Estado de São Paulo

Já entrou em vigor, em todo o estado de São Paulo, as restrições da Fase Vermelha do plano de quarentena contra o novo coronavírus.

A medida começou a valer ontem (25), dia de Natal.

Além do dia 25, o decreto estadual determina que entre os dias 27 de dezembro e 1º e 3 de janeiro só funcionem as atividades essenciais, fechando comércio, bares e restaurantes, como forma de conter a disseminação da doença durante as festas de fim de ano.

Nesses dias, somente atividades consideradas essenciais poderão funcionar.

Fica proibido o atendimento presencial em shoppings, lojas, concessionárias, escritórios, bares, restaurantes, academias, salões de beleza e estabelecimentos de eventos culturais. Farmácias, mercados, padarias, postos de combustíveis, lavanderias e serviços de hotelaria estão liberados.

Atualmente, somente a região de Presidente Prudente, no interior paulista, está classificada na Fase Vermelha, mais restritiva do planejamento de quarentena do governo estadual.

O restante do estado está na fase amarela, que permite o funcionamento do comércio com restrições de público e protocolos de segurança.

O governo de São Paulo deve anunciar no próximo dia 7 de janeiro a nova classificação das regiões na quarentena.

Segundo as autoridades, tudo será decidido após uma análise de diversos fatores, como crescimento do número de casos e ocupação dos leitos hospitalares.

A incoerente viagem aos EUA

Recentemente, conforme noticiou o Conexão Política, João Doria foi viajar de férias para Miami, nos Estados Unidos.

A incoerência do governador gerou uma onda de críticas na internet, uma vez que ele determinou que o estado de São Paulo retrocedesse à Fase Vermelha justamente no período de fim de ano.

Antes mesmo do governo estadual veicular uma nota oficial sobre a agenda de Doria, rumores já circulavam na internet.

Quando a Secretaria Estadual de Comunicação de São Paulo (Secom) se pronunciou, disse que o governador usaria o recesso “para se dedicar à família, pois se ausentou desse convívio durante o combate à pandemia do coronavírus”.

“Durante a sua ausência, o governo de São Paulo e o Centro de Contingência do coronavírus continuam com suas ações ininterruptas para conter a disseminação da covid-19”, informou a assessoria do Palácio dos Bandeirantes.

Jornalista, professor e comentarista político. Cobre os bastidores de Brasília no Conexão Política.