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Saúde foi o setor mais afetado por tentativas de hackeamento, aponta levantamento

Indústria e instituições financeiras também estiveram entre os alvos preferidos de cibercriminosos em 2021.

Stock Catalog | Flickr

Definitivamente, 2021 será o ano que ficará marcado pelo crescimento de incidentes digitais, como por exemplo o ataque que tirou o ConecteSUS do ar nos últimos 12 dias.

De acordo a ISH Tecnologia, empresa brasileira especialista em cibersegurança, o setor de Saúde foi justamente o mais afetado com invasões hackers este ano.

O relatório da companhia aponta que, desde janeiro, hospitais, clínicas e outras instituições voltadas ao segmento, tanto no setor privado como no público, registraram mais de 39 mil alertas de tentativas de ciberataques — que podem ou não ter resultado em roubo de dados.

Logo na sequência, vêm os setores de indústria e produção e de instituições financeiras, com 36 mil e 25 mil tentativas de invasões, respectivamente. Ao todo, foram contabilizados 148.240 notificações.

“Exatamente por se tratar de uma área das mais delicadas, ainda mais neste período de pandemia, um ataque a uma instituição da saúde pode trazer riscos seríssimos, com impossibilidade de realização de exames, cirurgias e corte na comunicação com outros hospitais”, declarou Leonardo Camata, expert em cibersegurança na ISH.

Confira o ranking

Saúde — 39.399 alertas (26,5%);
Indústria/produção — 36.615 alertas (24,6%);
Instituições financeiras — 25.370 alertas (17,1%);
Varejo/mercados — 19.698 alertas (13,2%);
Educação — 17.265 alertas (11,6%);
Setor público — 9.893 alertas (6,6%).

Comentários

FALE COMIGO: marcos@conexaopolitica.com.br — editor-chefe do Conexão Política e natural de Campo Grande (MS).

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