ver tudo
Menu Executivo
CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Colhemos o que plantamos, diz Lula sobre violência em escolas

Em crítica ao 'discurso de ódio', petista afirma que educação não pode ser transformada em 'prisão de segurança máxima'.

PUBLICIDADE
Adicione o Conexão Política como sua fonte preferidaAdicione o Conexão como fonte preferida

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou nesta terça-feira (18) que existe “uma predominância da pregação da violência” no Brasil estimulada pelas redes sociais.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

A fala do mandatário foi proferida no âmbito de um comentário sobre ataques a escolas. Para o petista, isso é reflexo dos “discursos de ódio” existentes na internet.

Mais cedo, o Palácio do Planalto promoveu um encontro com ministros, governadores, prefeitos e autoridades dos três poderes da República para debater as tentativas de massacres em colégios no país.

Lula afirmou que é preciso ter “coragem de discutir a diferença entre liberdade de expressão e cretinice”.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE
Receba notícias do Conexão Política no seu WhatsAppReceba notícias do Conexão no WhatsApp

“Nós, plantando jabuticaba, a gente não vai colher jaca. Muito menos maçã. A gente vai colher o que a gente plantou. E nós estamos colhendo o que a gente plantou. É só ver os discursos que são feitos por esse Brasil afora. Que há uma predominância da pregação da violência”, disse.

Ao falar sobre medidas de prevenção a esses crimes, o petista afirmou ser necessário um trabalho coordenado com os pais de alunos e disse ser “patético” a possibilidade de revistar crianças nas escolas.

Lula também criticou as empresa de tecnologia e a monetização de conteúdos violentos. Citou como exemplo o tom de conteúdos divulgados em períodos eleitorais, em um ataque indireto ao seu adversário Jair Bolsonaro (PL), a quem frequentemente acusa de “fake news”. Também fez críticas a jogos virtuais que “estimulam a violência”, segundo ele.

“Tem a rede digital do bem e a rede digital do mal e há uma predominância da chamada rede digital do mal. As pessoas gostam de mentira, as pessoas gostam de fake news, é só ver como é que foi a última eleição nesse país, como é que foi a eleição nos EUA, como é que foi a eleição de 2018 que a gente vai perceber que há uma predominância na tentativa de divulgar o falso, a mentira”, justificou.

Mais do Conexão

Veja mais

Mais lidas

  1. Executivo Complexo do Alemão, no Rio, terá mais de R$ 200 milhões em obras de infraestrutura
  2. Executivo Bairro tradicional do Rio será revitalizado com parque, cinema e novo terminal
  3. Executivo Prefeitura do Rio cria núcleo permanente contra furto e receptação de cabos
  4. Executivo Roubos e furtos de celulares caem até 67% em áreas monitoradas no Rio de Janeiro