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Estados Unidos registram maior surto de fungo sexualmente transmissível e emitem alerta no país

Autoridades confirmam mais de 30 casos de infecção por fungo raro desde julho de 2025; CDC alerta para risco de diagnóstico incorreto e complicações.

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O Departamento de Saúde de Minnesota, estado norte-americano, informou que o reduto enfrenta o “maior surto conhecido” de micose sexualmente transmissível já registrado nos Estados Unidos.

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Segundo o comunicado publicado neste fim de semana, mais de 30 casos confirmados ou suspeitos foram identificados na região metropolitana até o dia 11 de fevereiro deste ano, quando o primeiro paciente procurou atendimento médico após apresentar erupção genital ainda no ano passado.

A infecção é causada pelo fungo Trichophyton mentagrophytes genótipo VII (TMVII). Apesar de popularmente chamada de micose, a condição não é provocada por verme, mas por um fungo que infecta a pele e pode ser transmitido por contato sexual ou contato direto pele a pele, conforme explicam o Departamento de Saúde e os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC).

Em nota técnica, o CDC alertou que “As infecções por TMVII podem ser confundidas com condições não infecciosas (por exemplo, psoríase) e outras infecções sexualmente transmissíveis, e o atraso no tratamento pode resultar em cicatrizes ou infecção bacteriana secundária e disseminação contínua”.

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As autoridades de Minnesota orientam que pessoas com sintomas evitem contato sexual ou contato pele a pele enquanto apresentarem lesões suspeitas. Também recomendam não compartilhar roupas ou objetos pessoais e lavar peças em temperatura elevada para eliminar esporos fúngicos. “Parceiros sexuais de pacientes com TMVII devem ser informados e avaliados se sintomáticos”, acrescentou o departamento em orientação pública.

Os sintomas relatados incluem erupções cutâneas avermelhadas, prurido intenso e lesões na região genital, nádegas e membros. A identificação precoce passou a ser indicada como maneira de evitar complicações e reduzir a transmissão.

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