O candidato à Presidência pelo PL, senador Flávio Bolsonaro (RJ), confirmou nesta quinta-feira (6) apoio a 47 candidatos ao Senado em todos os Estados. O anúncio foi feito em transmissão ao vivo pelo canal do presidenciável no YouTube, ao lado do senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador nacional da campanha.
Entre os nomes apoiados estão o ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL), o ex-procurador da Lava Jato Deltan Dallagnol (Novo-PR) e o deputado Guilherme Derrite (PP-SP). A lista também inclui Michelle Bolsonaro e Bia Kicis (PL-DF), Márcio Bittar (PL-AC), Filipe Barros (PL-PR) e Carlos Portinho e Carlos Jordy (PL-RJ), entre outros aliados nas demais unidades da federação.

Flávio alegou que a coligação apoia 33 candidatos do PL ao Senado, além de nomes de partidos aliados, e defendeu a formação de uma maioria de senadores alinhados à campanha. “Pode ser que mais adiante o Flávio dê apoio a outras candidaturas”, afirmou Marinho durante a live.
A confirmação do apoio a Arthur Lira ocorreu depois da saída do deputado Alfredo Gaspar (PL) da disputa ao Senado em Alagoas, para assumir a vaga de vice na chapa presidencial de Flávio. Com isso, o PL abriu espaço para formalizar o endosso a Lira, que já vinha construindo aliança com Gaspar no estado desde junho, diante da avaliação de que candidaturas separadas poderiam favorecer o grupo do senador Renan Calheiros (MDB-AL).
Receba notícias do Conexão Política no seu WhatsAppReceba notícias do Conexão no WhatsAppA lista deixou de fora o presidente nacional do PP, senador Ciro Nogueira (PI), a quem Flávio já se referiu como seu “vice dos sonhos”. No Piauí, onde Ciro tenta a reeleição, o presidenciável declarou apoio apenas a Tiago Junqueira (PL). O distanciamento se consolidou após a tentativa frustrada de Flávio de levar o PP para sua coligação presidencial e depois que Ciro passou a ser alvo de investigações sobre o Banco Master. Em maio, a Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão contra o senador na quinta fase da Operação Compliance Zero, que apura suspeitas de corrupção e lavagem de dinheiro.
Na live, Flávio não confirmou apoios a candidaturas a governos estaduais, mas informou que a campanha contará com 22 palanques pelo país.
Veja a lista:
Acre
- Márcio Bittar (PL)
- Mara Rocha (Republicanos)
Alagoas
- Marina Cândia JHC (PSDB)
- Arthur Lira (PP)
Amapá
- Lucas Barreto (PSD)
- Rayssa Furlan (Podemos)
Amazonas
- Capitão Alberto (PL)
Bahia
- João Roma (PL)
- Angelo Coronel (Republicanos)
Ceará
- Capitão Wagner (União Brasil)
- Alcides Fernandes (PL)
Distrito Federal
- Bia Kicis (PL)
- Michelle Bolsonaro (PL)
Espírito Santo
- Maguinha Malta (PL)
- Evair de Melo (Republicanos)
Goiás
- Gustavo Gayer (PL)
- Oséias Varão (PL)
Maranhão
- Cidônio Gonçalves (PL)
Minas Gerais
- Domingos Sávio (PL)
Mato Grosso do Sul
- Capitão Contar (PL)
- Reinaldo Azambuja (PL)
Mato Grosso
- José Medeiros (PL)
Pará
- Éder Mauro (PL)
- Zequinha Marinho (Podemos)
Paraíba
- Marcelo Queiroga (PL)
Pernambuco
- Mendonça Filho (PL)
Piauí
- Thiago Junqueira (PL)
Paraná
- Filipe Barros (PL)
- Deltan Dallagnol (Novo)
Rio Grande do Sul
- Ubiratan Sanderson (PL)
- Marcel van Hattem (Novo)
Santa Catarina
- Carol de Toni (PL)
- Carlos Bolsonaro (PL)
Rio de Janeiro
- Carlos Portinho (PL)
- Carlos Jordy (PL)
Rio Grande do Norte
- Styvenson Valentim (Podemos)
- Coronel Hélio (PL)
Rondônia
- Fernando Máximo (União Brasil)
- Bruno Scheid (PL)
Roraima
- Hélio Negão (PL)
- Antonio Carlos Nicoletti (PL)
São Paulo
Sergipe
- Coronel Rocha (PL)
- Rodrigo Valadares (PL)
Tocantins
- Eduardo Gomes (PL)
- Carlos Gaguim (União Brasil)
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