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Análise

O Brasil dos que enxergam

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A realidade paralela pode ser conceituada de forma bastante simples e específica. Tudo aquilo que ocorre nas quebras do espaço-tempo também acontece nas demais realidades que estão ligadas à nossa. Existem séries televisivas que mostram a materialização desse conceito, a exemplo de Flash, da CD Comics.

Em 2018, o Brasil estava em uma verdadeira encruzilhada: ou entraríamos em um novo ciclo de reformas estruturantes, economia liberal e com princípios conservadores ou continuaríamos em um sistema que saqueou os cofres públicos durante décadas e décadas, que paralisou medidas necessárias para o país e inseriu a população numa agenda progressista que não condiz com os princípios da maioria dos brasileiros.

Em 2019, a Argentina passou pelo mesmo dilema. Contudo, os ‘hermanos’ escolheram permanecer no sistema utópico de poder comunista.

Durante a Pandemia, as duas faces da moeda foram lançadas e toda a estrutura da realidade paralela veio ao chão. Aquele ‘coiso’, classificado como ditador, nazifascista e genocida, é quem tem defendido as liberdades individuais dos cidadãos até o exato momento.

Jair Bolsonaro vem assegurando o direito do trabalhador de poder exercer suas atividades e sustentar sua família sem ficar rendido a todas essas medidas extremistas que não autorizam o cidadão de atuar plenamente em seu trabalho.

Mesmo cercado, Bolsonaro tem lutado contra tudo e todos para garantir que a Constituição possa ser cumprida em sua integridade.

O autointitulado democrata, pacificador, amante das boas normas e liberal, Alberto Fernández, colocou o Exército argentino nas ruas para manter cidadãos traçados e, consequentemente, prender todos aqueles que não estivessem cumprindo a quarentena obrigatória no país.

Se analisarmos atentamente, podemos observar:

Um deles é criticado diuturnamente por todos os lados. Congresso, imprensa, ONU, OMS, Supremo Tribunal Federal e outros grupos e órgãos. O outro é aclamado com todas as formas por diversos setores de sociedade.

Quer ter um vislumbre do que seria o governo de Fernando Haddad? Simples: é só olharmos para os estados brasileiros que são administrados pelo PCdoB, PSB, PT e companhia.

Não precisamos citar o exterior se o caos já reina aqui mesmo, em nosso próprio território nacional.

O comunismo e todas as suas vias de domínio não são a solução para o Brasil.

Precisamos continuar levantando as bandeiras do conservadorismo, ainda que as circunstâncias não sejam favoráveis.

Os brasileiros devem insistir nas reformas estruturantes para garantir uma ampliação total na capacidade de investimento e captação de recursos.

O lema: Deus, Pátria e Família, fortemente acalmado em 2018, não pode ser abandonado.

Nós somos a resposta que o Brasil precisa!

CONTATO: douglas@conexaopolitica.com.br | Natural de Manaus, estudante de Ciências Econômicas e editor do Conexão Política.