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SÉRIE | Dez falácias sobre o Conservadorismo — “São misóginos” (7)

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Continuação da SÉRIE | Dez falácias sobre o Conservadorismo“São fanáticos religiosos” (1); “São contra a evolução, contra as inovações” (2),“São patrimonialistas” (3), “Nazistas e fascistas eram conservadores” (4),“São demofóbicos” (5), “São homofóbicos” (6)

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7) Sétima falácia: Que somos misóginos: ou seja, que temos ódio ou aversão às mulheres.

Ora, ora… Os conservadores estão continuamente dispostos a dar a vida por suas esposas, mães e filhas, para defendê-las – e, por vezes, até por desconhecidas, ao percebê-las necessitar de ajuda, de defesa, mesmo diante de outros homens – por reconhecerem nelas toda a grandiosidade do ser feminino e de sua importância nos contextos familiar, social e econômico. Basta esta insofismável predisposição para fazer cair por terra a presente falácia.

Conservadores se dispõem a correr os riscos, a assumir o trabalho pesado, a se contentar com o mínimo, para que suas esposas e filhos tenham o conforto, a proteção e a segurança que de outra forma não encontrariam. Acreditamos na importância de que as famílias tenham presença materna e paterna para o seu desenvolvimento. Que não há prevalência desta figura sobre aquela, mas que cabe à paterna se colocar em posição de guardião dessa família, para, inclusive, reagir à força às ameaças externas ou mesmo de filhos homens que, inadequadamente, possam se insurgir contra a própria mãe e irmãs, tentando fazer valer a força de sua juventude, pelos mais diversos motivos. Para tanto, precisa ser respeitado e reconhecido neste papel.

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Pais e mães de famílias saudáveis conversam sobre as escolhas e destinos de suas famílias, acordam suas decisões. Imaginem que, certa vez, ouvi de viva voz de uma senhora de cerca de 60 anos, aconselhando a todas as presentes em determinado ambiente público, que “mulheres que ganhassem mais do que os seus maridos não precisavam dar satisfação do que fazem com o seu salário”. Então, perguntei-lhe: O que a senhora realmente entende por comunhão em um casamento? Ora, se o defendido por esta senhora fosse razoável ou plausível, por que discordar da impropriedade e questionar os homens que ganham mais do que suas companheiras ou esposas quando não as deixam participar das decisões relativas ao salário deles, quando, muitas vezes, estas não trabalham e o salário masculino é o único provedor das necessidades domésticas? A questão, em realidade, não é relativa à origem do sustento familiar, mas dos princípios que regem cada família.

Continua…

SÉRIE | Dez falácias sobre o Conservadorismo“São fanáticos religiosos” (1); “São contra a evolução, contra as inovações” (2),“São patrimonialistas” (3), “Nazistas e fascistas eram conservadores” (4),“São demofóbicos” (5), “São homofóbicos” (6),“São misóginos” (7),“São racistas” (8); “São xenófobos” (9),“São covardes e violentos” (10)

Essa série foi publicada pelo colunista Antonio Nunes Barbosa Filho originalmente no site do Movimento Docentes Pela Liberdade (DPL).

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