Siga-nos nas redes sociais

Digite o que você procura:

Mundo

ONU diz que Talibã matou 4 pessoas em protesto pacífico no Afeganistão

Resposta aos protestos tem sido cada vez mais violenta, com uso de munição real, cassetetes e chicotes.

ilasal | Flickr

O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (Acnur) denunciou, nesta sexta-feira (10), que a reação do Talibã a marchas pacíficas no Afeganistão é cada vez mais violenta, já que as autoridades usam munição letal, cassetetes e chicotes e já causaram a morte de pelo menos quatro manifestantes.

Protestos e manifestações, muitas vezes liderados por mulheres, representam um desafio para os extremistas islâmicos do Talibã, que tentam consolidar seu controle desde que ocupou a capital Cabul há quase um mês.

“Vemos uma reação do Talibã que, infelizmente, é severa”, declarou Ravina Shamdasani, porta-voz de direitos humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), em Genebra, acrescentando que a entidade documentou a morte de quatro manifestantes a tiros.

Ela disse que os óbitos podem ter resultado de tentativas de dispersar manifestantes com disparos. Segundo a porta-voz, a ONU também recebeu relatos de buscas de participantes dos protestos de casa em casa. Jornalistas que cobrem as manifestações também são intimidados.

Ravina contou que, enquanto era chutado na cabeça, um jornalista teria ouvido a seguinte frase: “você tem sorte de não ter sido decapitado”. Há muita intimidação de jornalistas simplesmente tentando fazer seu trabalho no país, afirmou.

Comentários

FALE COMIGO: marcos@conexaopolitica.com.br — editor-chefe do Conexão Política e natural de Campo Grande (MS).

Política

Refugiados que entram no Brasil pela fronteira com Roraima recebem suporte do País.

Mundo

Reunião poderá ser realizada na segunda-feira (10)

Mundo

Nesta terça-feira (30), a Rússia reiterou a parceria estratégica com o Brasil e comemorou a entrada do país, em janeiro de 2022, no Conselho...

Mundo

Em 2015, durante Acordo de Paris, nações desenvolvidas fizeram compromisso de aporte de US$ 100 bilhões.