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A militância médica esquerdista por trás da pesquisa com alta dosagem de cloroquina em Manaus

Um estudo clínico imprudente foi realizado em Manaus/AM com altas doses de cloroquina em pacientes do coronavírus chinês (SARS-CoV-2), na tentativa de desqualificar o uso da hidroxicloroquina (HCQ) e demonstrar que ela não é um medicamento seguro. A pesquisa foi publicada no sábado (11) no medRxiv.

O experimento realizado foi de tamanha irresponsabilidade por usar pacientes como cobaias e com altas dosagens do medicamento. Ele envolveu 81 pacientes hospitalizados com a covid-19 no Hospital e Pronto Socorro Delphina Rinaldi Abdel Aziz, na capital amazonense. Após pacientes apresentarem arritmias cardíacas, o estudo foi interrompido, mas resultou na morte de 11 pessoas.

Altas dosagens

Qualquer médico tem o conhecimento de que doses altas de medicamento, seja ele qual for, podem trazer riscos para a saúde do paciente ou até mesmo matá-lo. No caso da cloroquina, não é diferente. Como ela vem sendo discutida mundialmente nos últimos meses, até mesmo o cidadão comum sabe do perigo das altas dosagens do remédio.

Os ditos “pesquisadores” utilizaram uma overdose de difosfato de cloroquina: 900 mg e 1.200 mg por 5 dias, que é 3 vezes mais do que a dosagem recomendada. Nota-se que os “pesquisadores” utilizaram o difosfato de cloroquina (CQ), uma versão menos segura e mais cardio-tóxica do que a hidroxicloroquina (HCQ).

Até o momento, essa pesquisa de Manaus não foi revisada por nenhum membro da academia científica, nem sequer publicada em revistas renomadas da área de saúde. O estudo mais parece ter sido uma tentativa de ativistas da esquerda em desmerecer o medicamento.

Envolvidos

Ao que tudo indica, a pesquisa foi financiada com verbas federais alocadas por senadores e também era de conhecimento do próprio ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, que na última quarta-feira (15), durante a conferência de imprensa, citou o ensaio clínico dos médicos militantes de Manaus, sem fazer críticas ou denunciar a irresponsabilidade dos pesquisadores.

Segundo a declaração de financiamento publicada no medRxiv, o “estudo” foi financiado pelo Governo do Estado do Amazonas e patrocinado pela Fundação de Medicina Tropical Dr. Heitor Vieira Dourado, Farmanguinhos (Fiocruz), SUFRAMA, CAPES, FAPEAM e fundos federais concedidos por uma coalizão de senadores brasileiros. Na parte de “agradecimentos” do estudo, aparecem os nomes dos senadores: Eduardo Braga (MDB) e Eduardo Gomes (Solidariedade).

Realizando uma breve pesquisa nas redes sociais (Facebook), não é difícil traçar o perfil de alguns dos pesquisadores e médicos envolvidos no ensaio clínico.

Os pesquisadores envolvidos no experimento são: Mayla Gabriela Silva Borba, Fernando Fonseca Almeida Val, Vanderson Sousa Sampaio, Marcia Almeida Araújo Alexandre, Gisely Cardoso Melo, Marcelo Brito, Maria Paula Gomes Mourão, José Diego Brito-Sousa, Djane Baía-da-Silva, Marcus Vinitius Farias Guerra, Ludhmila Abrahão Hajjar, Rosemary Costa Pinto, Antonio Alcirley Silva Balieiro, Felipe Gomes Naveca, Mariana Simão Xavier, Alexandre Salomão, André Machado Siqueira, Alexandre Schwarzbolt, Júlio Henrique Rosa Croda, Maurício Lacerda Nogueira, Gustavo Adolfo Sierra Romero, Quique Bassat, Cor Jesus Fontes, Bernardino Cláudio Albuquerque, Cláudio Tadeu Daniel-Ribeiro, Wuelton Marcelo Monteiro e Marcus Vinícius Guimarães Lacerda.

De alguns dos nomes acima foi possível encontrar informações que provam a militância esquerdista e o ódio demonstrado em posts contra o governo federal.

Cloroquina, hidroxicloroquina e a esquerda

Após a apresentação desses perfis acima, o leitor terá a capacidade de tirar suas próprias conclusões sobre o objetivo desta pesquisa, que infelizmente resultou na morte de 11 pacientes.

Antes mesmo de o presidente Jair Bolsonaro falar bem do medicamento e aprovar seu uso contra o coronavírus, até mesmo o site de notícias esquerdista CartaCapital publicava boas notícias sobre o medicamento.

Veja abaixo a manchete da Carta Capital, de 26 de fevereiro de 2020: “Remédio para malária mostra bons resultados contra coronavírus”.

“‘Esse tratamento que não custa praticamente nada é uma notícia é extraordinária’, disse o especialista em doenças infecciosas”, escreveu o jornal petista.

Link”Remédio para malária mostra bons resultados contra coronavírus – CartaCapital.com.br

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