ver tudo
Menu Judiciário
CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Delegado-geral de SP diz que assassino Paulo Cupertino foi preso no Paraná; polícia paranaense não confirma

PUBLICIDADE
Adicione o Conexão Política como sua fonte preferidaAdicione o Conexão como fonte preferida

[ATUALIZAÇÃO | 13:50h de 28/10/2020: O delegado-geral de Polícia de São Paulo, Ruy Ferraz Fontes, afirmou que o assassino Paulo Cupertino Matias não foi preso nesta quarta-feira (28). De acordo com Ruy, a Polícia Militar do Paraná “se confundiu”. Ele mesmo havia anunciado mais cedo a prisão do criminoso. O Conexão Política, com base na informação divulgada pela PM de SP, chegou a noticiar que Cupertino havia sido detido. Com a nova informação oficial, alteramos a chamada contida nesta matéria. Também entramos em contato com as secretarias de Segurança de Paraná e São Paulo a fim de que informem detalhes à imprensa acerca do que causou o erro por parte das corporações.]

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Cupertino é acusado formalmente pelo Ministério Público de triplo homicídio duplamente qualificado, quando há motivo fútil e recurso que não possibilita defesa das vítimas.

Ele não aceitava o namoro da filha Isabela Tibcherani com o ator.

Rafael Miguel ficou conhecido pelo seu personagem Paçoca, no último remake de ‘Chiquititas’, do Sistema Brasileiro de Televisão (SBT).

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE
Receba notícias do Conexão Política no seu WhatsAppReceba notícias do Conexão no WhatsApp

Paulo Cupertino Matias tem mandado de prisão preventiva em aberto e, além de ser um dos mais procurados pela polícia de SP, também está incluído na lista da Interpol (Organização Internacional de Polícia Criminal).

Mais do Conexão

Veja mais

Mais lidas

  1. Judiciário Dino derruba sigilo do caso ‘Dark Horse’
  2. Judiciário Para salvar Moraes, parte do STF pode adotar um garantismo que nunca aplicou a outros
  3. Judiciário Vorcaro pediu notebook na prisão e advogados aos feriados; Gonet aceitou, mas Mendonça vetou
  4. Judiciário Fachin nega pedido para julgar Mendonça em ação conjunta no Supremo