Siga-nos nas redes sociais

Digite o que você procura:

Congresso

Eduardo Bolsonaro quer criação de CPI das urnas eletrônicas

Deputado utiliza conclusão de um relatório da PF sobre supostas fraudes na votação de 2018.

Leonardo Marques | MCT

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) pediu, nesta última quarta-feira (4), a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre as urnas eletrônicas brasileiras.

O parlamentar sustenta que o código fonte da Justiça Eleitoral foi invadido por hackers na disputa de 2018 e menciona um relatório da Polícia Federal (PF) sobre o caso.

Nas redes sociais, o congressista disse que está “preparando a peça para abrir a CPI das urnas eletrônicas com base nas graves denúncias embasadas no relatório da PF em que através de documentos o próprio TSE admite que o sistema foi invadido pelo menos em 2018”.

Ele ainda direcionou críticas ao Secretário de Tecnologia de Informação do TSE, Giuseppe Janino, considerado o pai do sistema eletrônico de votação no país.

“Cadê as provas? Estão aí. Inquérito da Polícia Federal de 2018, onde Giuseppe Janino, o pai das urnas, confessa que o código fonte do TSE foi invadido!”, escreveu. “Semanas atrás Giuseppe Janino pediu exoneração do TSE e hoje é assessor do ministro Barroso”, acrescentou.

Em resposta, o TSE afirmou que “o acesso indevido, objeto de investigação, não representou qualquer risco à integridade das eleições de 2018. Isso porque o código fonte dos programas utilizados passa por sucessivas verificações e testes, aptos a identificar qualquer alteração ou manipulação. Nada de anormal ocorreu”.

Comentários

FALE COMIGO: marcos@conexaopolitica.com.br — editor-chefe do Conexão Política e natural de Campo Grande (MS).

Congresso

Cúpula do colegiado entregará parecer de Renan Calheiros ao Tribunal Penal Internacional, em Haia.

Política

Vereadores apontam irregularidades na gestão do transporte público em BH.

Congresso

Grupo vai fiscalizar cumprimento de medidas indicadas no relatório.

Congresso

Presidente da Câmara diz que comissão não pode ser “instrumento inquisitorial”.