A Polícia Federal abriu um inquérito para investigar se o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) cometeu crime de prevaricação na condução das negociações da vacina indiana Covaxin.
A investigação foi aberta a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), e autorizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A partir de agora, a PF já pode dar início as apurações.
O inquérito da PF ocorre após a ministra Rosa Weber ter cobrado manifestação da PGR devido as declarações do deputado federal Luís Miranda (DEM-DF), que afirma ter alertado o presidente da República sobre suspeitas de corrupção na negociação de compra da vacina contra Covid-19.
O governo, por sua vez, nega as acusações.
Receba notícias do Conexão Política no seu WhatsAppReceba notícias do Conexão no WhatsAppO Serviço de Inquéritos Especiais (Sinq) da PF deve conduzir as investigações, com o prazo inicial de 90, podendo ampliar ou não o período estabelecido.
De esfera funcional, o crime de prevaricação ocorre quando um funcionário público, intencionalmente, atrasa, faz ou deixar de fazer algo indevidamente para obter vantagens próprias.